Cut the Rope para Android

Acabei de instalar Cut the Rope (Corte a Corda, traduzindo) que chegou ao Android. É um daqueles títulos do iOS que tem chamado atenção. Claro, não é do nível de um Angry Birds ainda, mas é muito divertido.

Cut the Rope é um jogo onde você aponta um pedaço de doce para alimentar um monstro verde chamado Omnom. O doce está sendo mantido no ar por um pedaço de corda que é afetada pela física e é, também, bastante elástico. Usando o seu dedo como um cortador, você corta cordas diferentes a fim de coletar estrelas e, finalmente, alimentar o Omnom.

Como todos os bons jogos de quebra-cabeça, Cut the Rope tem uma premissa simples e evolui em cima disso. Jogadores que pretendam concluir 100% do jogo terão que obter as estrelas, que também servem como chaves para novos níveis. Mundos diferentes se abrem quando as estrelas são coletados, o que lhe dará um incentivo a mais para coletá-las. O jogo também usa um sistema de realizações e pontuação, satisfazendo o seu lado competitivo.

O jogo é gratúito, mas não está no Android-Market, só é possível encontrá-lo no Getjar. Download do Cut the Rope.

Mais um enigma desvendado

Os confins do nosso Sistema Solar têm uma zona de turbulência repleta de “bolhas” magnéticas, revelam observações realizadas pelas sondas Voyager.

As informações coletadas na borda do nosso sistema solar revelam que existe uma espécie de espuma de bolhas, quase como um escudo, e determinaram que o campo magnético solar mede aproximadamente 160 milhões de quilômetros de largura. Para se ter uma ideia, essa é quase a distância da Terra ao Sol.

As “bolhas” magnéticas se formam quando as linhas curvas do campo magnético se reorganizam. O novo modelo informático mostra que as linhas se quebraram para formar “bolhas” desconectadas do campo magnético do Sol.

As sondas Voyager se encontram a cerca de 160 bilhões de quilômetros da Terra. A Voyager 1 entrou na zona de “espuma” em 2007, e a Voyager 2 um ano depois. A princípio, os pesquisadores não entendiam o que significam os sinais captados – mas agora acreditam ter compreendido.

O achado é, no mínimo, inesperado. A maioria das teorias sobre o campo magnético previa que este deveria se curvar em arcos, dobrando-se e voltando ao Sol. Agora cabe aos cientistas continuar coletando dados para refinar o novo modelo de bolhas.