
Pois é, aquela viagem no tempo e no espaço já era. Se você queria montar uma máquina do tempo em um DeLorean ou voltar para tentar matar o Exterminador do Futuro, pode tirar o “elétronzinho do átomo.”
Agora só mesmo nas histórias de ficção científica. Porque na vida real, Du Shengwang, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, provou que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz – já dizia Albert Einstein, em sua teoria, Teoria Especial da Relatividade de 1905.
A idéia da possibilidade de se viajar no tempo, na vida real, surgiu cerca de dez anos atrás, quando cientistas descobriram a propagação superluminal (mais rápida que a luz) de pulsos óticos em alguns meios específicos. Mais tarde ficou provado que o fato era na verdade um fenômeno visual, mas os pesquisadores ainda defenderam que um único fóton poderia superar a velocidade da luz. Que pena!

Então, Shengwang decidiu encerrar a discussão acadêmica e provar que as conclusões de Einstein estavam corretas medindo a velocidade de um único fóton. Mais uma vez Einstein acertou e Shengwang encerrou o debate sobre a verdadeira velocidade de informação transportada por um único fóton. Acabando, de vez, com nossa viagem no tempo.
O estudo foi publicado na revista científica Physical Review Letters.
Fonte: O Globo.