Próton

O Próton pode ser menor do que pensavam. Uma nova medição dos prótons, a mais precisa até hoje, sugere que a partícula subatômica pode ser menor do que se pensava. Não sendo um erro, o resultado pode representar uma física de partículas totalmente diferente.

Achei a notícia interessante pela diferença que para um leigo chega a ser ridícula, o próton é 0,00000000000003 milímetro menor do que, pelo menos em teoria, deveria ser. Pode parecer ínfimo,mas a teoria em questão está longe disso. E o resultado pode implicar que a eletrodinâmica quântica (EDQ ou QED, de Quantum electrodynamics) seria falha. Justo ela, que foi chamada de “joia da física” por um de seus fundadores, o célebre físico norte-americano Richard Feynman.

A eletrodinâmica quântica basicamente descreve como a luz e a matéria interagem e é a primeira teoria em que se chegou a um bom acordo entre a mecânica quântica e a relatividade especial – publicada por Albert Einstein em 1905. A eletrodinâmica quântica descreve matematicamente todos os fenômenos envolvendo partículas com carga elétrica que interagem por meio da troca de fótons e representa a contrapartida quântica da eletrodinâmica clássica, descrevendo a interação entre matéria e luz.

Os prótons são um dos constituintes essenciais de todos os núcleos atômicos e, portanto, da matéria. Junto com os nêutrons, formam o núcleo de todo átomo no Universo.

Como a maioria dos objetos quânticos, um próton é indistinto em suas margens. Seu tamanho é definido pela extensão de sua carga positiva, não por uma clara fronteira física. O raio dessa carga não pode ser medido diretamente, mas pode ser inferido a partir do átomo de hidrogênio, formado por um próton e um elétron.

Existe um jeito de tornar essa medição mais acurada ainda, e foi justamente esse método utilizado pelos cientístas. Basta trocar o elétron por um múon. Essa partícula, também carregada negativamente, é maior que o elétron de forma que sua camada de energia fica mais próxima e se sobrepõe ao raio do próton.

Encontrar uma diferença em uma das mais bem-sucedidas teorias produzidas pelo homem não estava nos planos dos físicos teóricos. Parece que os dados são conclusivos, mas vamos com iremos explicar essas novas dimensões. O próton encolheu, mas aumentaram exponencialmente as dúvidas.

Grávitons

O que são grávitons? Segundo a Wikipédia, “Na Física, o Gráviton (português brasileiro) ou Gravitão (português europeu) é uma partícula elementar hipotética que seria a responsável pela transmissão da força da gravidade na maioria dos modelos da teoria quântica de campos.

A teoria postula que os grávitons sempre são atrativos (gravidade nunca repele), atuando além de qualquer distância (gravidade é universal) e vêm de um ilimitado número objetos. Portanto, se o gráviton existir, deve ser um bóson de spin par e igual a dois, e deve ter uma massa de repouso zero, segundo a Mecânica Quântica.

Explicação simples e direta, o gráviton é um pedacinho do nada criado para explicar a gravidade, podendo ser apenas fruto da imaginação dos físicos. E por falar em imaginação, temos no mundo Marvel, o vilão Graviton.

Durante um experimento, Franklin Hall foi sobrecarregado de partículas sub-graviton por causa de uma explosão em um acelerador de partículas que misturaram suas moléculas. Recuperando-se do acidente, Hall descobriu que podia controlar mentalmente gravidade.

E o gráviton é comentado em Jornada nas Estrelas, é uma partícula elementar que transmite a força da gravidade. É usado para uma variedade de efeitos envolvendo forças de atração/repulsão usados em raios tratores, para gerar a gravidade artificial em naves ou para criar anti-gravidade . O oposto de um gráviton é uma anti-gráviton.

Ainda segundo o universo de Jornada nas Estrelas,  o gráviton foi postulado na Terra pelos físicos no século XX como uma conseqüência da teoria da gravitação quântica. Na medida em que os grávitons são utilizados na produção de gravidade artificial , tanto as naves Vulcanas quanto nas naves da Terra estavam usando grávitons para fins práticos no final do século XX.

Até o século XXIV , as naves da Frota Estelar tinham a capacidade de produzir grávitons como um campo e/ou um feixe de uma nave espacial. (Star Trek: The Next Generation (TNG): “The Best of Both Worlds“; Star Trek: Voyager (VOY): “Caretaker“).

Bom, depois dessas explicações todas vem o motivo do post: Mário Novello, cosmólogo brasileiro propõe uma solução a um mistério que um dos grandes físicos da modernidade, o Prêmio Nobel norte-americano Steven Weinberg, da Universidade do Texas, chamou de “quebra-cabeça“. E, ainda, afirma que o gráviton deve ter uma massa. É uma afirmação audaciosa, sobre algo que os físicos nem são capazes de dizer que existe de fato.

Como explicar isso? Segundo Novello, o gráviton representa a coisa que existe em maior quantidade em todo o Universo. Dez elevado a cento e vinte, é o total de grávitons no Universo. Esse número gigantesco, em notação científica, fica mais elegante: 10120. Mas nem por isso menos absurdo. É apenas uma maneira econômica de escrever um “1″ seguido por 120 “zeros”.

Caso suas conclusões sejam verdadeiras, os grávitons são a coisa mais abundante existente em todo o cosmos. Para que se tenha uma idéia, os físicos estimam que os fótons – as partículas de luz – sejam “apenas” 1080. Em contraste, os grávitons seriam 100 trilhões de bilhões de bilhões de bilhões (1040) de vezes mais numerosos.

Essa conclusão, publicada pelo físico num artigo na revista científica “Classical and Quantum Gravity“, chamou a atenção da comunidade científica. Foi um dos dez estudos mais lidos nessa publicação no ano passado.

Agora, o físico brasileiro, que trabalha no CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas), no Rio, acaba de dar um passo além nesse esforço teórico. Num estudo ainda não publicado, ele conseguiu ligar um número que Weinberg chamou de “quebra-cabeça da constante cosmológica” à hipótese dos grávitons com massa.

Essa história toda entra tanto na relatividade geral e a mecânica quântica, as duas teorias fundamentais da física contemporânea. A primeira só diz respeito à gravitação, que interpreta como um fenômeno geométrico, derivado das próprias características do espaço-tempo (conjunto indissolúvel que agrega as três dimensões espaciais e a dimensão temporal).

A segunda abarca as três outras forças da natureza, que mantêm os núcleos atômicos coesos, explicam os processos radioativos e os efeitos elétricos e magnéticos. Para a mecânica quântica, as forças são carregadas por partículas. Por exemplo, as forças eletromagnéticas são transmitidas pelos fótons, pacotes mínimos de energia também chamados partículas de luz.

A concepção do gráviton , como a explicação acima, é justamente uma tentativa de conformar a gravidade ao esquema de mundo da mecânica quântica – esforço importante para entender objetos em que tanto os efeitos gravitacionais quanto os efeitos quânticos são importantes, como os buracos negros (astros tão densos que a gravidade impede até a luz de escapar deles).

Novello admite que a relatividade geral de Albert Einstein, concebida em 1915, não tem muito espaço para o gráviton em suas equações. No entanto, ele decidiu trabalhar com uma segunda versão da teoria, elaborada em 1917 pelo mesmo Einstein, onde  apresenta outra circunstância em que a constante cosmológica pode ser aplicada. Segundo ele, lambda pode muito bem representar o valor da massa do gráviton.

Fonte: Folha Online

Nada de novo

Outro dia eu falei sobre Nada, as várias facetas do nada, o vazio, o zero, o vácuo, o …

O nada é conceitual, ele existe mesmo? A física quântica deixa muita gente confusa quando afirma que é impossível existir o nada absoluto: o espaço vazio puro. A constatação de que o vácuo possui uma energia própria, porém, já foi provada experimentalmente, e só não percebemos isso no dia a dia porque essa energia é muito pequena. Para entende o quão pequeno é, a física quântica trata de dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos.

E é aí que vem a novidade interessante, uma dupla de teóricos brasileiros, porém, acaba de descobrir um modo de fazer com que a energia do vácuo aumente sem controle, num fenômeno de alta violência.

A ideia, descrita em um artigo de Daniel Vanzella e William Lima, do Instituto de Física de São Carlos, conquistou espaço na revista Physical Review Letters, uma das mais disputadas da área. No trabalho, a dupla descreve como retirou essa energia do vácuo quântico utilizando a gravidade.

Gravidade, eletromagnetismo, a força nuclear fraca, e a força forte, as quatro interações que cada fenômeno físico observado, desde uma colisão de galáxias até quarks agitando-se dentro de um próton.

E a gravidade é força de atração que os físicos consideram fraca. Por isso é que o trabalho dos brasileiros chamaram tanta atenção ao misturar o vácuo quântico com a gravidade.

O que eles fizeram foi aplicar as equações da energia do vácuo a um espaço onde a gravidade é fortíssima: uma estrela de nêutrons. É um tipo de astro extremamente compacto. Se uma estrela com duas vezes a massa do Sol fosse prensada até ficar com um centésimo de milésimo do tamanho, meros 25 km de diâmetro, ela seria uma estrela de nêutrons.

Por fim, mostraram que a gravidade perto de um objeto desses iria interagir com o vácuo de forma tão violenta que campos de energia extremamente fracos seriam amplificados exponencialmente. Uma vez com o resultado nas mãos, porém, os físicos se perguntaram que tipo de energia contida no vácuo poderia sofrer essa explosão.

Os físicos verificaram que o eletromagnetismo, o tipo de energia cuja forma mais conhecida é a luz, não seria afetado pela gravidade de uma estrela de nêutrons da forma brutal como os físicos previam.

Essa energia não serviria para iluminar cidades ou mover carros, mas pode ajudar a entender alguns dos pontos mais obscuros da física moderna, a energia escura. E entendê-la é o maior desafio da cosmologia, força que faz o Universo se expandir aceleradamente. Físicos não sabem dizer por que o Big Bang, a explosão que deu origem ao cosmo, não está desacelerando, o que seria de esperar – já que a gravidade das galáxias as atrai umas às outras. Já se postulou até a existência de tipos de campo de força desconhecidos para tentar explicar a energia escura, mas sem sucesso.

Ainda é muito especulativo ainda, mas se o efeito verificada realmente se manifestar no caso eletromagnético em contexto cosmológico, seria uma possível explicação para a energia escura. A teoria chegará a algum tipo de previsão que pode ser colocada sob teste em observações astrofísicas num futuro próximo.

Fonte: Folha.com

O Enorme e o Minúsculo

Encontrei esses videos de um programa da National Geographic, Known Universe – The Biggest and The Smallest (Universo Conhecido – O Enorme e o Minúsculo).

Desde o enorme Universo em que vivemos até os minúsculos átomos que fazem os blocos de construção de tudo a nossa volta, o tamanho importa para entender o cosmos. Começando com o nosso Sistema Solar, os videos vão explorar o verdadeiro significado da palavra “grande“. As probabilidades são que você viu no modelo do Sistema Solar feito na escola. Com uma CGI incrivelmente realista, vamos revelar como esse modelo, se construído em escala, não vai caber dentro de um campo de futebol (americano), muito menos em uma sala de aula.

É o programa completo (em inglês), 60 minutos, dividos em 5 partes. É um pouco grande, mas vale muito a pena!





Insignificante imensidão

Todos os dias eu acordo e luto para me sentir bem, seguro e feliz. A segurança que tinhamos quando estávamos na barriga de nossa mãe. Essa segurança nunca mais existirá. Saímos para o mundo. Um mundo com letra minúscula, quando somos criança vemos o mundo só nosso, onde somos rei. Assim era a humanidade no seu início.

Os primeiros homens na Terra tinham uma visão de mundo onde eles eram

centro das atenções. E seus Deuses, assim como nossos pais cuidavam de nós. A medida que crescemos vemos que nossos pais são como nós e que um dia seremos como eles. A humanidade creceu e entendeu que não eram divindades que faziam o Sol nascer, as plantas crescerem, a chuva cair e outros fenômios da natureza. Começamos a ver um mundo maior, enxergamos mais longe.

A humanidade descobre que a Terra é imensa, aprendemos na escola que a Terra é redonda. Parece simples, tudo é simples depois de explicado, mas achar a explicação e comprovar é mais complicado. Depois olhamos para o céu e descobrimos que o céu imenso, infinito ou quase isso. Outro fato simples difícil de se comprovar, principalmente quando alguns não querem que aceitar que não somos mais o centro das atenções. Que não somos mais o centro do universo.

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Descobrimos que perante a uma Terra imensa não somos muita coisa e perante a esse universo infinitamente grande somos menos ainda. Tudo é tão imenso que resolvemos olhar para dentro, e encontramos um mundo minúsculo, porém cheio de vida. E quanto mais para dentro, quanto menor mais complicado e mais difícil de ver.

Vemos o macro e o micro e percebemos que a segurança que tinhamos antes nunca mais teremos. A humanidade está crescendo descobrindo novas galáxias, novos planetas quem sabe um dia novos seres. Estamos descobrindo cada vez mais sobre nossas origens e entendendo melhor quem nós somos.

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Seremos sempre insignificantemente únicos, magnificamente simples e parte de tudo isso. Sendo assim somos parte de uma família, que faz parte de uma cidade, que faz parte de um país, que faz parte do planeta Terra, que faz parte do Sistema Solar, que faz parte da Via Láctea, que faz parte do universo, que faz parte de uma coleção de universos. E somos como uma coleção de universos para nossos orgão, nossas células, nossas moléculas, nossos átomos e nossas partículas elementares.

multiversoColocando tudo em números, somos individualmente, constituído por 10 trilhões de células, e mais 90 trilhões de células de microrganismos que vivem em simbiose com o nosso organismo. Temos um número aproximado de 1.76 x 1014 moléculas, sendo que 87% é composto de oxigênio e hidrogênio. E temos no nosso corpo, aproximadamente, 6.71 x 1027 átomos, fonte The Foresight Institute.

Somos, segundo alguns dados do IBGE em junho de 2006, existia 6.800.000.000 de possoas, quase 7 bilhões de pessoas no mundo. De acordo com projeções populacionais, este valor continua a crescer a um ritmo sem precedentes antes do século XX. Aproximadamente um quinto de todos os humanos dos últimos seis mil anos estão vivos actualmente.

Existem entre 200 bilhões e 400 bilhões de estrelas na Via Láctea. Temos nada menos que 100 bilhões de galáxias no universo, quase 100 bilhões de trilhões de estrelas. E quantos universos exitem? Pode chegar ao infinito.

O número, aproximado, de átomos do universo está em torno de 1080. Somos parte disso, somos isso. Somos muito, somos nada, somos tudo, somos o todo.

Teoria de tudo

Aqui eu escrevo um pouco de tudo, e por falar em tudo, a teoria do tudo explicaria tudo. Será?  Tá bom, não é tudo, tudo, mas é quase. Quase não tudo, mas nesse caso é muita coisa. Não explicaria tudo, mas unificaria tudo, resumiria tudo a uma unica coisa. Nesse caso, resumi-se a uma corda.

Inicialmente, o termo, teoria de tudo, foi usado com uma conotação irônica para referir-se a várias teorias sobregeneralizadas. Depois o termo se popularizou na Física quântica ao descrever uma teoria que poderia unificar ou explicar através de um modelo simples de teorias de todas as forças fundamentais conhecidas (gravitacional, interações eletromagnéticas, fracas e fortes) e matéria (quarks e léptons) em um sistema matemático completo.

A teoria das cordas é um ramo de desenvolvimento da mecânica quântica e relatividade geral com o objectivo de fundir e conciliar as duas áreas de física em uma teoria quântica de gravidade (quantum theory of gravity).  As cordas da teoria das cordas são linhas unidimensionais oscilantes, melhor dizendo, é um modelo físico cujos blocos fundamentais são objetos extensos unidimensionais, semelhantes a uma corda, e não por pontos sem dimensão (partículas) que eram a base da física tradicional.

Desde a sua criação como o modelo de ressonância dupla, quedescreveu como hádrons interagindo como cordas. A teoria das cordas tem sido alterada para incluir qualquer grupo relacionados as teorias de supercordas. Uma propriedade comum de todas essas teorias é o princípio holográfico. A teoria das cordas vem de diferentes formulações, cada uma com uma estrutura matemática diferente, e cada uma descrever melhor as diferentes condições físicas. Mas os princípios compartilhados por estas abordagens. A sua consistência lógica em comum, e o fato de que algumas delas incluem a facilidade do modelo padrão da física de partículas, levou muitos físicos como Leonard Susskind e Edward Witten a acreditar que a teoria é a correta descrição fundamental da natureza. Em particular, a teoria das cordas é o primeiro candidato para a teoria de tudo (TOE), um maneira de descrever as interações fundamentais da natureza.

Trabalhos na teoria das cordas têm levado a avanços na matemática, principalmente em geometria algébrica. A teoria das Cordas tem também levado a novas descobertas na teoria da supersimetria que poderão ser testadas experimentalmente pelo Grande Colisor de Hádrons. Os novos princípios matemáticos utilizados nesta teoria permitem aos físicos afirmar que o nosso universo possui 11 dimensões: 3 espaciais (altura, largura e comprimento), 1 temporal (tempo) e 7 dimensões recurvadas (sendo a estas atribuídas outras propriedades como massa e carga elétrica, por exemplo), o que explicaria as características das forças fundamentais da natureza.

Em resumo, a teoria das cordas é a menor parte da matéria. De acordo com a teoria todas aquelas partículas que considerávamos como elementares, como os quarks e os elétrons, são na realidade filamentos unidimensionais vibrantes, a que os físicos deram o nome de cordas. Ao vibrarem as cordas originam as partículas subatómicas juntamente com as suas propriedades. Para cada partícula subatómica do universo, existe um padrão de vibração particular das cordas.

Para saber que letrinhas são essas leia outro post, Elementar, meu caro Watson. Se você está com preguiça, essas são as partículas elementares.

Retrospectiva 2009

Tudo bem que já estamos em 2010, mas eu quero começar o ano lembrando das boas notícias do ano passado para que esse ano seja tão bom quando e de preferência melhor o ano passado.

O fu2re nasceu em abril de 2009 citando Sun Tzu e sua obra A arte da guerra. Coloquei, no menu lateral, links para vários assuntos como divisões por categoria (Divisões); os links para outras páginas do blog que falam de vários assuntos, mas principalmente sobre nosso sistema solar (Possibilidades); links de outros blogs e outros sites (Recomendações e Conexões); e a nuvem de tags (Nuvem).

Nesse mês escrevi sobre de Matemática, falei de Números; escrevi sobre Go, um jogo milenar muito interessante e intrigante; falei do meu PSP; escrevi sobre Jogos brasileiros; e como foi aniversário do Meu Pai, falei sobre ele.

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Em maio, falei bastante de Jornada nas Estrelas, falei da série Original, e de todas as outras séries; escrevi sobre Astronomia, um exemplo foi a NGC 7293 – Nebulosa Helix; falei e continuo falando dos Meus Livros; falei sobre o Infinito, sobre o Átomo, sobre o Multiverso, e sobre o que Não existe; falei sobre a Luz; escrevi sobre grandes artistas; falei de mais jogos, Homeworld, e ainda tirei Onda; e falei do meu Filho, pois foi aniversário dele.

Já em junho, falei de Entrelaçamento quântico; escrevi sobre Arquitetura, falei sobre Dimensões; falei sobre Meus Livros, afinal são muitos livros; escrevi sobre o Neurônio e falei de Filosofia; mostrei meus Desenhos.

Foi um mês cheio de posts. Escrevi sobre o Tesla; fui assistir a Star Trek; escrevi sobre o Elementar, o Eterno e o Nada; e falei da minha mulher, Dan, pois foi seu aniversário.

No mês de julho, não foi diferente, escrevi sobre Bolhas de sabão no espaço, falei sobre Minhas músicas; recordamos a viagem do homem à Lua - Moonshot; falei sobre mais dos Meus Livros; sobre Coca-Cola e Hidrogênio; e mostrei mais Desenhos.

Em Agosto, fui mais calado, falei pouco. Falei sobre os Meus Livros, sobre o Dia dos Pais e sobre Curiosidades em geral; e falei, também, sobre Beisebol, um esporte que eu gosto muito, mas é pouco conhecido por aqui.

Setembro foi um mês com mais posts sobre beisebol, postei um vídeo mostrando como são feitas as bolas. Falei sobre a Física do Beisebol; escrevi sobre Idéias e invenções; falei sobre o futuro, sobre a Tecnologia e falei sobre os Raios;  escrevi sobre Final Fantasy, mais que uma série de jogos.

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Depois de ver essa imagem, fica claro que o mês de Outubro foi o mês da Cerveja. Um mês de mais beisebol, com vários vídeos mostrando com são feitos os tacos e as luvas. Falei de Astronomia – Galáxia do Rodamoinho;  falei sobre mais Idéias; escrevi sobre Filosofia e Física, em Somos Partículas; falei sobre o Grande Colisor de Hádrons, falei sobre Marte e Sandman; escrevi sobre a vitória do Rio como a cidade das Olímpiadas de 2014, em o Rio Olímpico.

Novembro, mês do meu aniversário, falei sobre vários assuntos Astronomia, Física, Filosofia, História, Literatura, Matemática e Música; escrevi sobre a Memória; e falei sobre o Nano, micro, tudo muito pequeno.

O ano foi chegando ao fim e já estamos em Dezembro. Um mês de muitas festas, a vitória do Flamengo, somos Hexa. Falei do nosso Sistema Solar; e fechei o anos falando do Googolplexianth.

Foi um ano muito divertido e eu gostei muito, quero aproveitar o que houve de melhor no ano passado e fazer outras ainda melhores.

Nano, micro, tudo muito pequeno

Li uma notícia dizendo que um microscópio flagra comportamento quântico – o universo é tão grande e é feito de coisas tão pequenas. O trabalho, publicado esta semana na Nature, mostra pela primeira vez que cientistas detectaram átomos isolados em uma estrutura cristalina feita de luz, chamada Bose Hubbard malha óptica.

Os físicos da Universidade de Harvard criaram microscópio de gás que pode ser usado para observar partículas com comportamento quântico. Eu já escrevi sobre Entrelaçamento quântico, agora estamos falando do comportamento.

A pesquisa é parte de um esforço para entender e desenvolver novos materiais quânticos. O aparelho de alta resolução criado é capaz de visualizar átomos únicos – nesse caso, de rubídio – resfriados a apenas 5 bilionésimos de um grau acima do zero absoluto ( -273º Celsius, ou zero Kelvin).

Nessas temperaturas tão baixas, as partículas seguem as regras quânticas e podem ser usadas como modelos para entender a física por trás da supercondutividade ou magnetismo quânticos.

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E por falar em quântico, cientistas da Universidade de Bristol testaram o impacto de altas concentrações de nanopartículas metálicas no DNA em um experimento de laboratório, que eles salientaram não ser projetado para reproduzir precisamente as condições do corpo humano. Em resumo, as nanopartículas podem danificar DNA à distância.

As nanopartículas não chegaram a passar pela barreira celular de múltiplas camadas, mas na verdade geraram moléculas de sinalização que foram então transmitidas para as células do outro lado. As nanopartículas – com um diâmetro medido em bilionésimos de metro– estão sendo estudadas cada vez mais pela medicina, onde podem ajudar na produção de medicamentos contra câncer e outras doenças. A tecnologia já é usada em cosméticos e produtos eletrônicos.

A surpreendente descoberta levanta novas questões sobre a segurança da nanotecnologia, que envolve a manipulação de partículas que são dezenas de milhares de vezes menores que a espessura de um fio de cabelo. Mas a tecnologia também pode ajudar cientistas a criar mais medicamentos e ferramentas de diagnósticos efetivas.

Meus Livros

Frodo lendo

Hoje, convesando com um amigo, ele me lembrou do livro de George Orwell, A REVOLUÇÃO DOS BICHOSAnimal Farm, título original – citando a celebre frase “Todos animais são iguais, uns mais iguais do que os outros.” Que foi alterada pelos porcos, após passarem a viver na antiga casa de Sr. Jones.Esta passou a fazer parte dos mandamentos dos animais, no início da revolução a frase dizia apenas “Todos os animais são iguais.”

8535909555Assim com arte imita a vida, a vida imita arte, o mesmo acontece no mundo quântico. No livro ALICE NO PAÍS DO QUANTUM, de Robert Gilmore, você percebe essa igualdade ou a falta de individualidade de elétrons, prótons e fótons – não canso de repetir por que é um boa leitura. E seguindo essa linha eu já havia lido um artigo muito bom, escrito por Adonai S. Sant´Anna para Scientific American Brasil. O título faz lembrar a frase de Orwell e de propósito, Uns mais iguais do que os outros.

E assim como Gilmore, em Alice, traça um paralelo com as histórias de Alice de Lewis Carroll. De certa forma, Sant´Anna traça seu paralelo com as histórias dos porcos. “Um dos problemas emergentes dessa característica é determinar se a impossibilidade de distinguir partículas se deve a uma limitação de nosso conhecimento ou é uma propriedade intrínseca dos objetos do mundo quântico. No primeiro caso, seremos obrigados a considerar a existência de propriedades da matéria e dos campos que vão além do que se observa em laboratório, o que pode implicar uma complexa descrição metafísica das partículas que formam o mundo em que vivemos. No segundo caso, teremos de rever a matemática que descreve o mundo quântico, pois nela não há espaço para coleções de múltiplos objetos indistinguíveis.”

Vale a pena ler, também, a Vida de elétron, escrito por Belmiro Wolski. Outro texto pertinente e que eu achei muito interessante e me faz lembrar do texto Crônica de um Carbono ancião, escrito por Tiago Almeida, no blog Café com Ciência.

O que aprendemos disso tudo é que a individualidade quântica não é conhecida por nós e não sabemos se será possivel saber.

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