Adorei esse video, muito engraçado. O que você faria se só lhe restasse um minuto de vida? Um minuto para experimentar tudo o que faz a vida valer a pena…
Arquivo da tag: Voar
Aprender a voar

Gosto muito do Foo Fighters, uma banda de rock dos Estados Unidos formada em 1995. Seu três de seus álbuns ganharam o Grammy por “Melhor Álbum de Rock”. Particularmente eu gosto muito do último álbum, Echoes, Silence, Patience & Grace. O sexto álbum de estúdio da banda que foi lançado em 2007.
Mas eu quero falar de um música que não está nesse álbum, e sim, seu terceiro álbum There Is Nothing Left to Lose. Estou falando de Learn to Fly, lançada em 1999 como primeiro single do álbum. A música é um dos mais bem sucedidos singles da banda, chegando a décima nona posição no Billboard Hot 100 e da primeira posição no Modern Rock Tracks.

“Run and tell all of the angels
This could take all night
Think I need a devil to help me
Get things right
Hook me up a new revolution
Cos this one is a lie
We sat around laughing
And watch the last one die
Im looking for complications
Looking cos Im tired of lying
Make my way back home
When I learn to fly
Think Im done nursing the patience
I can wait one night
Id give it all away
If you give me one last try
We live happily ever trapped
If you just save my life
Run and tell the angels
That everything is all right
Im looking to the sky to save me
Looking for a sign of life
Looking for something help me burn out bright
Im looking for complications
Looking cos Im tired of trying
Make my way back home
When I learn to high
Fly along with me
I cant quite make it alone
Try to make this life my own“
Learn to Fly da banda Foo Fighters.
A letra é muito bonita, fala de anjos e demônios e a sonoridade da música é perfeita. Por falar em ANJOS E DEMÔNIOS, é nome do livro de Dan Brown que eu também li e gostei mais que o primeiro, O CÓDIGO DA VINCI. O segundo livro conta a primeira aventura do professor Robert Langdon, assim como o primeiro livro virou filme interpretado por Tom Hanks.
Voltando a música, o que eu mais gosto é do título, Learn to Fly. Aprender a voa é o sonho de muita gente e de vez enquando eu sonho que posso voar. Voar em todos ou em qualquer sentido.
Eu li o livro FERNÃO CAPELO GAIVOTA, de Richard Bach, um romance publicado em 1970 que eu li na infância. O livro conta a história de uma gaivota que decide que voar não deve ser apenas uma forma para a ave se movimentar.
Lembra um pouco a tragédia de Ícaro, personagem da mitologia grega, que se deslumbra com o Sol e ao tentar alcaçá-lo, cai no mar Egeu porque a cêra de suas asas artificiais derrentem devido o calor. Sua história é bem mais completa e interessante e vai além deste fato, mas é o que mais marcou nesse mito. A história desenrola-se sobre o fascínio de Fernão, a gaivota, pelas acrobacias que pode modificar, e em como isso transtorna o grupo de gaivotas do seu clã. É uma história sobre liberdade, aprendizagem e amor. E combina muito com a música do Foo Fighters.
Depois eu li o livro O DOM DE VOAR, do mesmo autor. Bach era piloto reserva da Força Aérea e praticamente todos os seus livros envolvem o vôo de certa maneira.
Nesse livro, o autor, reúne algumas de suas melhores crônicas, refletindo sobre a condição humana, seus anseios e mistérios em textos curtos e divertidos. Aonde compartilha as sensações absolutamente estimulantes de estar numa cabine aberta a centenas de metros de altitude. E todos os pensamentos e insights que tem quando está lá em cima, um pouquinho mais perto do céu.
Esse texto poderia receber o título de “Meus Livros“, e realmente, faz parte do grupo. Não recebeu o título porquê, “Aprender a voar” é muito mais bonito e torna o texto mais completo. Completa os meus desejos e os meus anceios.
Desenhos
Digitalizei esse desenho que eu fiz em papel Canson, com lápis de cor aquarelável, da Faber Castell, e água. O papel tem o formato A3 (420×297) e a minha multifuncional trabalha com o formato A4 (297×210), então tive que fazer em duas parte e depois juntá-las no Photoshop.
O desenho é uma vista do Cristo e da Pedra da Gávea ao nascer do sol, uma homenagem ao Rio de Janeiro.
Criatividade
CRIATIVIDADE
CRIA ATIVIDADE
CRIA ATIVA IDADE
CRIA A TIA VAIDADE
RIA DA ATIVDADE
Criatividade, cria, ativa, faz, acontece, desfaz, exercita, estimula, instiga, viaja, vai, volta. A criatividade voa, singe, aflora, inventa, experimenta, cresce, corre riscos, quebra regras, comete erros, se diverte.
Rauzito disse uma vez, “A desobediência é uma virtude necessária à criatividade.” Criatividade exige desordem, mas pode ter ordem. Foge a regra e, as vezes, segue a regra. E Einstein comentou que “A personalidade criadora deve pensar e julgar por si mesma, porque o progresso moral da sociedade depende exclusivamente da sua independência.” Então, criar exige independência, interdependência, evolui segue sem limites. O limite somos nós que impomos tolindo e moldando o que podemos criar.
E faz muito mais, hoje só não faz por mim, porque estou sem a menor criativadade.
Star Trek
![]() |
Ontem, eu fui assistir o novo filme Star Trek (Jornada nas Estrelas), simplesmente sensacional, incrível. Eu sou fã da série orignal, na verdade eu sou fã do Universo criado pelo roteirista e produtor Gene Roddenberry, na década de 1960. O Universo de Jornada nas Estrelas envolve todas as séries posteriores a série Original que são: A Nova Geração, Deep Space 9, Voyager e Enterprise. Em resumo, eu sou um “trekkies” (fã de Jornada nas Estrelas).
Eu fui um dos últimos a assistir esse filme, pelo menos para um trekker eu esperei demais. O filme deve sair de cartaz esta semana. Fui ver o filme na Estação Laura Alvim, em Ipanema. Eu tinha o cinema só para mim, mais ninguém. Cheguei na bilheteria aproximadamente às 20:40, o filme iria começar às 21:30. Ao comprar o bilhete notei que era o primeiro a comprar, porque podia escoler qualquer lugar da sala de projeção. Aguardei o início da sessão no atrium da Casa Laura Alvim jogando o meu PSP. Pena que não lançaram nenhum jogo do filme, pelo menos para PSP.
Faltando 15 minutos para o início da sessão, ninguém havia comprado outra entrada para assistir ao filme. Entrei na sala, sentei no meu lugar e aguardei. Era o melhor lugar, no centro da sala e com a visão da tela sem estar perto demais ou distante demais. Não havia mais ninguém, então resolvi conhecer a sala, uma sala pequena, com 75 lugares disponíveis, sendo que 4 deles – os que ficavam na frente – eram espreguiçadeiras.
Quando a sessão começou, mostrando propaganda e trailers, só havia mais uma pessoa. O filme começou e a emoção veio a tona, não sou vulcano. Cada tomada, cada parte do filme fazia lembrar a série, os personagens da antiga série, mas mesmo assim o filme era único, original e atual. Assistir Jornada nas Estrelas novamente é muito bom, e assistir pela primeira vez o fará se tornar fã. Para quem não conhece a série será um excelente filme de ficção científica, para quem é fã será maravilhoso.
O filme mostra como começou a saga da série original, mostrando a formação da equipe o início das amizades e intrigas, contando a história de como o capitão Kirk, o Doutor McCoy e o Spock se tornaram tripulantes da nave Enterprise. Mostra todos os personagens: James T. Kirk, Spock, McCoy, Nyota Uhura, Hikaru Sulu, Pavel Chekov e Montgomery Scott. Todos com peso e atuações excelentes.

Digirido por J. J. Abrams que produziu e escreviu séries como Lost, Alias e a mais nova Fringe, e filmes como Missão: Impossível III e Cloverfield. Fez um trabalho incrível de trazer de volta esse Universo de forma atualizada e eletrizante.

A participação de Leonard Nimoy, a antigo Spock, dá mais peso a história que se baseia no prólogo do seriado original da TV, sobre as viagens da nave espacial Enterprise e sua tripulação explorando lugares “onde ninguém nunca jamais esteve“, no espaço, a fronteira final. Nimoy disse à Reuters. “Abra sua mente! Seja fã de ‘Star Trek’, abra sua mente e pergunte ‘para onde Star Trek quer me conduzir agora?’” Um caminho para novos filmes, pelo mesmo eu espero.

Achei muito engraçado um comentário que eu li sobre o filme no blog da Anica, Hellfire Club. “Talvez eu tenha ficado com um pé atrás com o Zachary Quinto como Spock, que apesar da boa atuação, toda hora que ficava um pouco mais alterado eu já pensava ‘SYLAR VAI PEGAR OS PODERES DO KIRK!’, hehe.” Não concordo, porque achei a atuação dele perfeita. Quando ele levanta uma das sombrancelhas durante uma cena, você vê o spock como deve ser, em sua essência.
Sai bastante empolgado do cinema, adorei o filme. Há muito tempo, não via um filme de ação tão bom. Tudo bem, tem o Batman – O Cavaleiro das Trevas e o Watchmen, sou fã, mas o Star Trek foi melhor. E desejo a Star Trek uma “vida longa e próspera“.

Homeworld

Lembrando das minhas primeiras viagens espaciais nas naves da Frota Estelar, ainda na Academia. Como fã de Jornadas nas Estrelas, um dos primeiro jogos deste genero foi Star Trek Starfleet Academy, lançado em 1998, é um videogame para PC baseado no universo Star Trek. Aonde jogador assume o papel de David Forrest, um cadete que precisa provar que está preparado para ingressar na Academia Estelar, seus professores serão nada menos que Kirk, Sulu e Checov. O que fazia diferença era que os atores reais da série contracenam no jogo.
Eram 5 CDs São mais de oitenta missões e ainda saiu um “add on” com mais aventuras com Checov como instrutor, Star Trek Starfleet Academy: Chekov´s Lost Missions.
Depois joguei Star Trek: Klingon Academy, lançado em 2000. Desta vez você é uma cadete klingon, com atores contracenando com o primeiro jogo, uma boa história e muitas batalhas espaciais. Todos esses jogos me fizeram gostar mais ainda do universo Star Trek, até hoje gosto muito e espero que surjam novas séries e mais filmes.
Agora, o jogo que realmente marcou mesmo foi HomeWorld, de 1999, já fazem 10 anos. HomeWorld é um jogo de estratégia 3D em tempo real que dá liberdade total ao jogador. Como o jogo acontece no espaço sideral, a única fronteira a limitar a estratégia é a própria imaginação. Uma das coisas mais interessantes do jogo era a parte gráfica, as naves iam de caças leves de combate até gigantescos cruzadores e é claro a nave-mãe. Você podia fazer zooms das naves maiores para as menores e vice-versa. E em HomeWorld o inimigo pode atacar de qualquer direção. E a história do jogo era muito boa, merecia um livro.
Abaixo das ardentes areias de Kharak, o povo Kushan descobriu os restos de uma gigantesca espaçonave a muito tempo esquecida. Enterrado com ela esta o segredo de sua perdida terra natal.
Por milhares de anos, os Kushans ter sobrevivido em Kharak, cercado no temperado pólos geográficos por um grande e imperdoável deserto. A escassez de terras aráveis e recursos naturais faziam parte da história dos Kushans com constantes guerras e conflitos de clã internos (ou Kiith).
À medida que novas tecnologias surgiram, conflitos religiosos e políticos deram espaço para explorações científicas. A sequência de DNA dos nativos de Kharak não revelaram qualquer semelhança com a genética Kushan, dando origem a sua “Teoria XenoGenesis” – afirmando que eles não eram nativos da Kharak.

Os primeiros vôos espaciais reforçou esta idéia. Pequenos fragmentos metálicos, o maior do tamanho de uma mão, foram obtidos a partir de órbita baixa e depois de serem analisados mostraram ser feitos de materiais totalmente desconhecido para eles. Além de ajudar a acelerar a sua investigação da tecnologia espacial, os destroços confirmaram que uma nave espacial muito grande tinha entrado em órbita. Foi graças a ela que, ironicamente, seu desenvolvimento vai ser impulsionado, mais tarde.
A falha de funcionamento do satélite construido para digitalizar o sistema planetário, e as pesquisas do Grande Deserto de Kharak em torno do equador. Fez com que se encontrasse algo estranho debaixo das areias: uma grande cidade abandonda com uma estrutura metálica central. Uma expedição descobriu que a estrutura central foi a nave espacial que tinham encontrado seus vestígios, antes, em órbita. Estava carregada de tecnologia espacial avançada, incluindo um Núcleo de Hiperespaço, uma das poucas antigas máquinas de sua terra natal que eram a base de toda a tecnologia para viajar além da velocidade da luz.

Mais importante porém, encontraram uma pedra com um mapa galáctico que ostentam duas coordenadas. Uma delas foi reconhecida como sendo Kharak. A outra supõe-se ser um nome tão antigo que era comum em todas as línguas e dialetos: Hiigara. “Lar”. A pedra se tornaria conhecida como a Pedra Guia, e confirmou a Teoria XenoGenesis. O povo de Kharak se uniu na construção de uma megalítica “Nave-Mãe”, que deveria suportar 600.000 deles para atingir seu destino. Fizeram-na robusta e auto-suficiente para sobreviver a possíveis problemas durante a longa viagem. É durante o final da fase de testes da Nave-Mãe que o jogo começa.
O jogo tem um enredo muito bom que nos faz querer jogar mais. Então lançaram um novo jogo, Homeworld Cataclysm, lançado em 2000. Essa parte também possui muita história para ambientar os jogadores.

O novo episódio se passa cerca de 15 anos após o fim do primeiro jogo, HomeWorld, quando os sobreviventes da jornada para Hiigara, a terra natal perdida, recebem a notícia de que o planeta que haviam deixado para trás tinha sido destruído. Todos os que não haviam embarcado na nave-mãe, inclusive famílias e amigos, estavam mortos. Só resta uma saída: retornar para as estrelas, trabalhar e reconstruir suas vidas. Ele tem sob seu comando esta a nave mineradora hiigarana e deve transformá-la em nave-mãe, deixando-a pronta para o combate. Precisa também construir uma nova frota de naves e encontrar um meio de erradicar o horror alienígena que um clã hiigarano inconscientemente liberou.
Em 2003, chega o tão esperado Homeworld 2 que manteve o mesmo padrão de qualidade do seus antecessores. Desenvolvido pela Relic e lançado no Brasil pela Vivendi Universal Games. Depois de abandonar o exílio em um planeta desolado e reconquistar a terra de seus antepassados no primeiro jogo da série, os Hiigarans enfrentam agora um novo desafio: o clã guerreiro Vaygr, que acredita também ter direito sobre o mundo Hiigara.
A história de Homeworld 2 começa com o comissionamento de uma nova Nave-Mãe, o Orgulho de Hiigara, similar na forma e no desenho original da antiga Nave-Mãe mas concebida exclusivamente para a guerra, e comandado pela Comandante Karan S’jet da frota original, que tornou-se imortal por causa de sua exposição as energias do hiperespaço. Depois de uma evacuação de emergência em face ao ataque Vaygr, a Nave-Mãe, que agora representa a última esperança do povo Hiigaran para continuar independêntes ou vivos, declara guerra aos Vaygrs.

Os Bentusis, uma raça também antiga e com incrível tecnololgia, informam-lhes que a sua única esperança é encontrar o Protal Balcora, um lugar deixado pelo Progenitores que pode assegurar a chave para deter a ameaça Vaygr, o Fim dos Tempos, ou ambos.
O jogo é um épico dos video-games, inperdivível e ainda não encontrei substituto. Lembra muito as batalhas de Star Wars, Star Trek, um desenho “antigaço”, chamado Starblazers – Patrulha Estelar e Battlestar Galactica. Esse último deve ter inspirado bastante o jogo. E o remake da série tem cenas que lembram muito o jogo.



Enterprise

Star Trek: Enterprise, conhecida simplesmente como Enterprise, é quinta série do universo de Star Trek, teve uma exibição reduzida a quatro temporadas, estreando em 2001 e finalmente sendo vítima do cancelamento em 2005.
O primeiro episódio ocorre em 2151, entre os eventos mostrados no filme Jornada na Estrelas: Primeiro Contacto e a série original Star Trek, aproximadamente 100 anos antes de Kirk e Spock assumirem o comando de sua USS Enterprise.

A Terra encontra-se em mais um momento crítico. Quase um século após o primeiro contato com os benevolentes vulcanos, a humanidade está pronta para lançar-se ao espaço.
A nave estelar da classe NX, Enterprise, a primeira das naves avançadas com dobra cinco da Terra Unida, estava a princípio em uma missão temporária. Embora anos de preparação ainda estivessem por vir, a nave foi colocada em serviço inesperadamente quando um klingon fez uma aterrissagem forçada na Terra, causando um conflito interplanetário.
A tripulação da Enterprise foi bem sucedida em sua missão, mas se viu cercada por mistérios mais profundos. Assegurando, assim, a mudança da extensão de sua missão para a de uma missão completa de exploração espacial, a tripulação da Enterprise partiu em direção ao desconhecido.
Estou assistindo aos episódios de Enterprise no meu PSP, estou convertendo tudo para MP4. A qualidade é muito boa e as histórias também.

Voyager
Star Trek: Voyager foi a quarta série do universo de Jornada nas Estrelas de Gene Roddenberry. Criada por Rick Berman, Michael Piller e Jeri Taylor foi exibida por sete temporadas, de 1995 a 2001. Sendo exibida junto com Star Trek: Deep Space Nine por cinco temporadas.

A série ficou conhecida por seu humor leve, tripulação familial, seqüências de ação empolgantes e enredos com conceitos complexos de ficção científica. Apresentou a primeira mulher como capitã, vale lembrar que o piloto da série original não vingou, na época, porque havia uma mulher como segundo em comando na nave.

Lançada no ano 2371, a nave estelar da Federação da classe Intrepid Voyager foi uma construída para voltar ao princípio fundador de exploração científica da Frota Estelar. Em sua primeira missão de capturar rebeldes maquis, a nave estelar foi lançada através da galáxia até os confins do Quadrante Delta, uma travessia de 70.000 anos-luz que custou as vidas de mais de uma dúzia de membros da tripulação.
Incorporando os rebeldes maquis sobreviventes à sua tripulação treinada da Frota Estelar, Janeway e a USS Voyager passaram sete longos e traiçoeiros anos percorrendo um território inteiramente desconhecido. Buscando um caminho para voltar ao Quadrante Alfa e conseqüentemente a Terra.

Deep Space Nine

Star Trek: Deep Space Nine (DS9) é mais uma série de ficção científica baseada no universo de Jornada nas Estrelas, de Gene Roddenberry, que foi produzida de 1993 a 1999, ao longo de sete temporadas. DS9 foi criada por Rick Berman e Michael Piller e produzida pela Paramount Pictures.
DS9 estreou quando Star Trek: The Next Generation (TNG) ainda estava no ar, o que permitiu a existência de diversos episódios cruzados entre as duas séries. Diferentemente da Nova Geração, esta tinha como cenário principal uma estação espacial, chamada Deep Space Nine, e não uma nave estelar como as séries anteriores. A série também usava com freqüência o recurso do “arco de história” (uma mesma história era contada em mais de um episódio seguido), vários personagens secundários e temas mais sombrios.

A série mostrava a preconceito entre duas raça, e a Federação no meio do conflito. Como o tempo era outro, não havia mais guerra fria, os produtores viram a necessidade de um conflito para dar mais dinamismo ao seriado. Então, um conflito de grandes proporções atravessou a série, uma guerra que envolveu o quadrante Gama.
A Nova Geração
“O Espaço, a fronteira final. Essas são as viagens da nave estelar Enterprise, prosseguindo em sua missão para explorar novos mundos, pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve.“

Em 1987 chegou um novo seriado baseado no universo de Star Trek, Star Trek: The Next Generation, chamado no Brasil de Jornada nas Estrelas: A Nova Geração. Esse seriado trouxe novos e diferentes personagens para integrar a ponte de comando. A história se passa mais no futuro, no século XXIV, cerca de 78 anos depois do Star Trek Original.
Os vilões também mudaram. A paz entre a Federação e os Klingons foi estabelecida. Spock, que ainda está vivo tenta estblecer a paz entre os Vulcanos e o Romulanos. Mas surgiram os Borg’s, uma entidade formada de seres assimilados bastante poderosa, seu lema é “Resistir é inútil”.

A nave continua sendo a Enterprise, mas é a U.S.S. Enterprise NCC-1701-D, da classe Galaxy, e a quinta herdeira do nome Enterprise.
A série da Nova Geração foi exibida de setembro de 1987 a maio de 1994. E ganhou 4 versões para o cinema, sendo a primeira com participação da série Original. Assisti a todos os episódios na minha adolescência, assim com a série Original (STO) eu passei a apreciar ainda mais astronomia, física e computação.
O interessante dessa nova geração era que os produtores se preocuparam mais com a ciência e realizarão pesquisas, na época, para explicar a física que Jornada nas Estrelas. Velocidade de dobra, teletransporte, matéria, elementos e outras tecnologias possuia, então, um certo embasamento teórico.
As pessoas falam umas com as outras através de seus comunicadores, chamados celulares. Eles têm acesso instantâneo a infinita quantidade de informação na Internet. Algumas das tecnologias encontradas na série original (STO) e que inpiraram novas tecnologias na nova geração (STNG). Modelos recentes de celulares têm sistema de posicionamento global por satélite tecnologia que ajuda em serviços de emergência ou para localização do usuário.
Outra contribuição foi o grande painel de tela plana que, hoje, encontramos na formar de TVs de plasma e monitores LCD. A tecnologia de ouvir música no computador era inviável na época que das gravações da série, agora temos MP3 e vídeos na palma da mão.

