Hidrogênio


hidrogênio

Ele constitui aproximadamente 75% da massa elementar do Universo, é o mais abundante dos elementos químicos. Na sua forma elementar é relativamente raro na Terra. Existe abundantemente no espaço, mas é raro aqui. É uma substância simples, presente em abundância na superfície terrestre em combinação com os outros elementos e, em especial, na água.

O Hidrogênio. Primeiro elemento químico da tabela periódica. E é claro, a ilustração acima apenas ilustra, de maneira esquemática, um átomo de hidrogênio que na verdade não tem nada haver com isso, mas fica mais fácil de entender.

O Hidrogênio é o mais simples de todos os elementos químicos, pois é constituído de um próton e um elétron que gira ao seu redor. Seu isótopos podem ser: prótio, com apenas um próton no núcleo, é o mais comum, com uma abundância de mais de 99,98%; o deutério, o segundo isótopo estável, com um próton e um neutron; e o terceiro, o trítio que contém um próton e dois neutrons no seu núcleo e é radioativo.

Mais uma ilustração esquemática que peca pela desproporcionalidade tanto entre os tamanhos dos elétrons e o núcleo, quanto da distância entre eles, o raio entre a orbita do elétron e o núcleo. A ilustração acima, além de mostra uma orbita simples, quando na verdade aquele único elétron está em vários lugares ao mesmo tempo, como uma núvem.

As estrelas são compostas primariamente de hidrogênio em seu estado de plasma. Aqui na Terra sua produção é feita a partir de hidrocarbonetos presentes no gás natural e também pode ser obtido por meio da eletrólise da água, porém, este processo é atualmente dispendioso. Mas um grupo de pesquisadores de Florença, na Itália, utilizou lasers para produzir hidrogênio a partir de água sob alta pressão. Para saber mais sobre essa pesquisa, leia o artigo feito pelos responsáveis pelo projeto Matteo Ceppatelli, Roberto Bini e Vincenzo Schettino: “High-pressure photodissociation of water as a tool for hydrogen synthesis and fundamental chemistry“.

Aurea da Nebulosa Dumbbell

A imagem acima, mostra a Aurea da Nebulosa Dumbbell, feita através de um composto de 8 horas da exposição através de um filtro projetado gravar somente a luz de átomos de hidrogênio. Assim com a Nebulosa Horsehead (Cabeça de Cavalo) em Orion, faz parte do vasto complexo da Nuvem Molecular de Orion. E tantas outras imagens no céu que mostram infinitos pontos repletos de hidrogênio.

Um pouco de história, Henry Cavendish foi o primeiro a reconhecer o gás hidrogênio como uma discreta substância. Cavendish retirou o hidrogênio gasoso de cima do mercúrio, descrevendo-o, como: “gás inflamável de metais“. Mas antes disso, no século XVI, Paracelso produziu artificialmente, pela primeira vez, o gás de hidrogênio de uma mistura de metais com ácidos fortes. O que Paracelso não sabia, era que o gás inflamável produzido por esta reação química era um novo elemento químico.

Em 1781, Antoine Lavoisier denominou este gás de hidrogênio, do grego, hidro e genes, que significa gerador de água. Quando ele e Laplace reproduziram a descoberta de Cavendish, onde água é produzida quando hidrogênio é queimado.

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