Idéias


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Continuo, aqui, a contar as idéias de Jornada nas Estrelas que de alguma forma mudo o mundo. No filme Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa, o Dr. McCoy fica espantado pelos métodos bárbaros da medicina no século XX, particularmente a trepanação, técnica pela qual se perfura um osso humano. Cirurgias sem sangue podem parecer algo da ficção científica, mas médicos já estão usando feixes de ultra-som para substituir o bisturi em alguns procedimentos médicos.

Outro avanço na medicina, na série Jornadas nas Estrelas: A Nova Geração, o personagem cego, Geordi La Forge, usava um dispositivo com o qual era capaz de enxergar. Batizado de Visor (Visual Instrument and Sensory Organ Replacement ou Instrumento Visual e Substituto de Órgão Sensorial), o óculos especial também permitia a La Forge visualizar a maior parte do espectro eletromagnético, incluindo ondas infravermelhas e ultravioletas. Hoje, o equivalente ao Visor seria o Jordy, voltado para pessoas que sofrem de “visão baixa” – capacidade de visão tão reduzida que óculos convencionais não conseguem corrigir o problema. Já o Jordy é capaz de aumentar as imagens em até 50 vezes e é possível ajustar o contraste, brilho e a exibição das imagens.

Geordi La Forge

A idéia de se viajar através de dobra espacial, hoje é estudada como teoria. E o mecanismo era usado para impulsionar a nave Enterprise a velocidades maiores do que a da luz é através da matéria e a antimatéria. Quando a matéria e a antimatéria se encontram, o resultado é uma explosão colossal de energia. Atualmente, os cientistas estão começando a trabalhar com a antimatéria. O processo usado na Enterprise foi estudado pela NASA e hoje empresas privadas como a Positronics Research também pesquisam a propulsão pela antimatéria.

As naves de Jornadas nas Estrelas carregavam suas cargas e tripulantes por teletransporte. Na vida real, cientistas conseguiram ter sucesso no teletransporte de informações entre átomos distanciados em um metro. Dada, contudo, a enorme complexidade envolvida na localização exata de cada átomo do corpo humano, teletransportes como os retratados na série podem estar a séculos de distância. Isso não é muito animador se pensarmos que temos uma quantidade absurda de átomos no nosso corpo, mas eu não iria quer ser teletransportado mesmo.

Enterprise

Os sensores da Enterprise eram tão sofisticados que poderiam detectar formas de vida planetária a partir das órbitas dos planetas. Por mais que os robôs em Marte sejam menos sofisticados, podem juntar pistas sobre o planeta para investigar a presença de vida. Um dispositivo dentro da missão Odyssey, da NASA, detectou grandes quantidades de hidrogênio no solo marciano, sinal promissor da presença de gelo e de um ambiente propenso à existência de vida. Um dia chegaremos lá, afinal de contas ainda estamos no século XXI e a série original se passava no século XXIV.

E para finalizar, os campos de força foram amplamente usados na série Star Trek como barreiras de energia para proteger naves, estações especiais e pessoas ou aprisionar inimigos. Os cientistas de hoje pesquisam campos de força como uma bolha de plasma que pode, futuramente, proteger astronautas de raios cósmicos durante viagens especiais.

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