Memória


A idade vai avançando e a preocupação vai aumentando. Pensando de uma maneira menos materialista a melhor coisa que podemos acumular durante os anos de vida é o conhecimento e a sabedoria. Infelizmente, com a idade a memória pode falhar, nos deixar na mão. E eu não quero passar por isso.

Segundo a fonoaudióloga Ana Alvarez, autora de “DEU UM BRANCO“, com a idade “começamos a ter uma perda da capacidade dos órgãos de sentidos“. “As funções cognitivas perdem velocidade, o processo neural começa a não ser como antes. Mas isso pode ser revertido: é possível criar novas conexões neurais com exercícios específicos e medidas como garantir a qualidade do sono“.

O cérebro é um órgão plástico. Se você o faz trabalhar, criam-se novas conexões neuronais. Isso aumenta a reserva cognitiva do indivíduo, incluindo a memória“, diz Katia Osternack, neuropsicóloga e professora da Universidade Anhembi Morumbi. Osternack afirma que, a partir dos 40 anos, já é esperada uma perda sutil da memória, mas medidas de prevenção podem mudar esse curso.

neuronio

Existem soluções que podem ajudar a evitar esses problemas. Por exemplo, é possível treinar a memória para melhorar o desempenho. O trabalho intelectual “criativo” estimula a produção de novos neurônios. Atividades de lazer que envolvem habilidades motoras (como artesanato) ou aspectos intelectuais (como ler livros ou ir ao cinema) levam à criação de novas ligações entre os neurônios.

Uma dica é ler bastante, jogar PSP e jogar Go. Quem não conhece Go deve aprender, hehehe.

A atividade física contribui para o bom funcionamento do sistema circulatório, favorecendo o fluxo de sangue e a oxigenação do cérebro. O desempenho das funções cerebrais está diretamente associado ao fluxo sanguíneo nessa região. Controlar o colesterol, que “entope” os vasos com gordura, e a pressão arterial ajuda a preservar as funções da memória e as cognitivas em geral.

E a dieta rica em ômega-3, encontrado principalmente em peixes de águas geladas, fornece matéria-prima para a produção de novos neurônios.

Como já foi dito que o sono ajuda na consolidação da memória, estímulos recebidos pelo cérebro ao longo do dia se fixam durante o sono. Portanto, dormir menos do que o necessário ou ter pequenos despertares prejudica a memorização. Distúrbios do sono também levam a deficits de atenção nos períodos de vigília; sem atenção, novas informações não são absorvidas.

Certos medicamentos podem dificultar a memorização, assim como o estresse e a depressão prejudicam o desempenho nas tarefas cognitivas.

Seguindo essas dicas podemos guardar por mais tempo e melhor nossas memórias. Continuar mantendo a memória em forma e os neurônios sempre exercitando.

Fonte: Folha Online

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2 Respostas para “Memória

  1. Olá, Marcellus. A memória pode falhar sim, mas não só com a idade. O importante é exercita-la e mantê-la sempre em forma, com estímulos auditivos e olfativos.
    Mas caso você venha a eventualmente esquecer de alguma coisa, não se preocupe, porque o hipocampo só consegue lidar com cerca de sete a nove informações novas por vez.
    Abraço

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