Filosofia de gaveta


Espere veneno da água parada.” Disse certa vez, William Blake. E o veneno em forma de pensamento trazendo uma negatividade, mantendo a inércia que mesmo em movimento não produz nada. Apenas dor.

Olhando o homem diante do Universo não é nada, ao mesmo tempo somos uma consciência viva que o vê. Mesmo vendo, assistindo, estudando, analisando ou passando pelo Universo de um maneira tendenciosa, deturpada e muitas vezes falsa. Somos parte do todo, mesmo que breve.

Viver o presente como se não houvesse amanhã, viver a vida? Ou pensar no futuro, trabalhar para um futuro melhor? Deepak Chopra, disse: “Imagine por um momento a sua própria versão de um futuro perfeito. Veja-se nesse futuro, com tudo o que você poderia desejar para que esse momento te satisfaça. Agora pegue a lembrança desse futuro e traga-o para o presente. Veja como essa influência vai fazer você se comportar a partir deste momento.

Frases podem influenciar muito, palavras tem um poder incrível? Ou a fé ou o desejo de acreditar nos fazer querer mudar? Dalai Lama, disse “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem-se do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.

O pensamento oriental exige que devemos nos adaptar para viver melhor. Como é o pensamento ocidental? “Daqui vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez. Portanto livre-se das amarras. Navegue longe dos portos seguros. Pegue os ventos da aventura em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.” Disse Mark Twain.

O futuro não é o que tememos. É o que ousamos.” Falou, certa vez, Carlos Lacerda. Ousadia, desafio, movimento. O ocidente busca sempre o confronto direto, o oriente busca a imobilidade, a sabedoria através do auto-conhecimento. O que é certo o que é errado? Para mim, o meio termo.

Quando se desce um rio com corredeiras não devemos lutar contra o rio, nem deixar que o rio nos leve. O certo é saber quando se deixar levar e quando corrigir o curso. A Arte da Guerra está em saber lutar e não lutar.

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