Mais um Buraco Negro


Eu sempre fico maravilhado que as imagem que vem do espaço. E como eu já disse uma vez, aqui no blog – O Buraco Negro e o Surfista Prateado – continuo querendo ser o Surfista Prateado para viajar pelas estrelas.

Na imagem acima mostra do que parece ser um buraco no espaço, interpretado inicialmente como uma nuvem negra, mas a imagem revela que a área preta é na verdade uma falha em uma região rica em poeira e gás contendo estrelas nascentes. Registrada em infravermelho pelo Observatório Espacial Herschel, a imagem mostra uma nuvem densa verde (parte de cima da foto e no detalhe na foto abaixo) provavelmente criada por jatos e explosões de radiação.

A nuvem de gás brilhante na imagem, conhecida como NGC 1999, é rodeada por uma área de espaço com grandes áreas negras. Essas áreas contêm nuvens densas de poeira e gás, impedindo a passagem da luz de objetos mais distantes.

A novidade é que, mesmo usando um telescópio que registra radiação infravermelha, a região continuou negra. O detector infravermelho do telescópio deveria registrar a presença de astros invisíveis a olho nu.

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3 Respostas para “Mais um Buraco Negro

  1. Alberto, respondendo ao seu comentário e após ler o que você diz no seu blog Olhando o Universo. Concordo que a teoria do Big Bang tem algumas falhas, mas não entendo por que colocar a religião, por que colocar Deus em tudo que não se tem resposta?

    A teoria do Big Bang não prevê Deus, nem deuses. A singularidade não é deus, a energia eletromagnética não é deus. Deus não é ciência. Teoria é o conhecimento descritivo que permite especulações, contudo puramente racional.

    Nem mesmo o Universo Infinito de Wun-Yi Shu é simples de explicar e mesmo ela adimite não conseguir explicar tudo. Referência: E se o Universo fosse infinito?

    Quanto ao seu modelo, é uma forma de pensar e também tem falhas, algumas delas citas pelo Roger (ele fez alguns comentários no seu blog).

    Simplificar demais pode levar a muito equívocos. Como Einstein disse e você no seu blog: “Todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível.

    Mas como disse o físico teórico Stephen Hawking, em Uma Breve História do Tempo, “uma boa teoria deve satisfazer a dois requisitos: Precisa descrever com precisão um número razoável de observações, com base em um modelo que contenha poucos elementos arbitrários; e deve prever com boa margem de definição resultados de observações futuras“. Mais especificamente em sua área de atuação: “qualquer teoria na física é sempre provisória, no sentido de que é apenas uma hipótese, você nunca pode prova-la em definitivo. Não importa quantas vezes os resultados das experiências estejam de acordo com algumas teorias, não se pode ter a certeza de que na próxima vez o resultado não irá contradizê-las. Por outro lado, você pode refutar uma teoria por encontrar uma única observação que não concorde com as suas previsões“.

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