Mais um enigma desvendado


Os confins do nosso Sistema Solar têm uma zona de turbulência repleta de “bolhas” magnéticas, revelam observações realizadas pelas sondas Voyager.

As informações coletadas na borda do nosso sistema solar revelam que existe uma espécie de espuma de bolhas, quase como um escudo, e determinaram que o campo magnético solar mede aproximadamente 160 milhões de quilômetros de largura. Para se ter uma ideia, essa é quase a distância da Terra ao Sol.

As “bolhas” magnéticas se formam quando as linhas curvas do campo magnético se reorganizam. O novo modelo informático mostra que as linhas se quebraram para formar “bolhas” desconectadas do campo magnético do Sol.

As sondas Voyager se encontram a cerca de 160 bilhões de quilômetros da Terra. A Voyager 1 entrou na zona de “espuma” em 2007, e a Voyager 2 um ano depois. A princípio, os pesquisadores não entendiam o que significam os sinais captados – mas agora acreditam ter compreendido.

O achado é, no mínimo, inesperado. A maioria das teorias sobre o campo magnético previa que este deveria se curvar em arcos, dobrando-se e voltando ao Sol. Agora cabe aos cientistas continuar coletando dados para refinar o novo modelo de bolhas.

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