Minhas Músicas

partitura

Um pouco de música sempre é bom, quando a música é boa e bem executada é melhor ainda.

2Cellos são dois músicos croatas que tocam violoncelo de forma excepcional. No primeiro clipe os dois fazem uma brincadeira tocando, no período da Renascença, Thunderstruck, do AC/DC. No segundo vemos os dois violoncelistas tocando Welcome to The Jungle, do Guns n’ Roses, em uma praça.


Curiosidade sobre tudo

Eu sempre tive curiosidade sobre tudo. Por que que céu é azul? Se a água é incolor porque o mar é azul? Como evoluiu a linguagem? Como surgiu o Universo? E muitas outras dúvidas. Com o tempo as perguntas vão sendo respondidas e novas vão surgindo.

As respostas, às vezes, talvez muitas vezes, ou quem sabe sempre geram mais e mais perguntas. E essa experiencia é muito gratificante. E uma pergunta que eu ainda não tenho resposta e nunca terei: É possível saber tudo? Essa pergunta gera uma infinidade de questões. E a infinidade pode querer dizer que é impossível saber tudo. Mas se nem o universo é infinito. Fica a dúvida, mas a resposta pode ser dada pelos teoremas da incompletude de Gödel:

Teorema 1:Qualquer teoria axiomática recursivamente enumerável e capaz de expressar algumas verdades básicas de aritmética não pode ser, ao mesmo tempo, completa e consistente. Ou seja, sempre há em uma teoria consistente proposições verdadeiras que não podem ser demonstradas nem negadas.
Teorema 2:Uma teoria, recursivamente enumerável e capaz de expressar verdades básicas da aritmética e alguns enunciados da teoria da prova, pode provar sua própria consistência se, e somente se, for inconsistente.

Tudo bem, os teoremas estão falando de Matemática, mas é possível aplicá-lo em outras áreas? Não sei, mas se for possível, a resposta para a minha pergunta sobre saber tudo é não. Não é possível saber tudo, pelo menos aqui, neste universo. Quem sabe pensando fora da caixa? Sempre mais perguntas.

Não tenho resposta para tudo, mas encontrei um vlob – que pertence ao Denis Lee – muito interessante e que responde um monte de dúvidas de uma forma interessante e objetiva (pelo menos mais objetiva que eu). E se ainda continuar curioso tem esse site, Site de Curiosidade, que responde outras questões.

O trabalho do Denis é didático e bem feito, vale a pena conferir. Ele responde a várias questões sobre vários assuntos. Escolhi um video do vlog para colocar aqui, no caso, falando sobre Nicolas Telsa, um grande inventor nos campos da engenharia mecânica e electrotécnica. Falei dele aqui no meu blog também, em Tesla.

Califórnia

“Garota, eu vou pra Califórnia
Viver a vida sobre as ondas…”

“O vento beija meus cabelos
As ondas lambem minhas pernas
O sol abraça o meu corpo
Meu coração canta feliz”

“Eu dou a volta, pulo o muro
Mergulho no escuro, salto de banda
Na Califórnia é diferente, irmão
É muito mais do que um sonho”

“E a vida passa lentamente
E a gente vai tão de repente
Tão de repente que não sente
Saudades do que já passou.”
Lulu Santos

Space Invaders Infinity Gene

O Space Invaders Infinity Gene para Android é sensacional, lembrando o original com os seus gráficos vetoriais no estilo dos anos 80.

O jogo começa com um breve vislumbre do Space Invaders original. Em seguida Infinity Gene leva a saga a outros vôos, literalmente, ou seja, pela primeira vez num título da saga Space Invaders deixamos de estar limitados ao eixo X e podemos manobrar livremente a nave pela tela mais ao estilo shooter.

Em cada etapa são adicionados novos recursos e armas para a sua nave e pode até mesmo desbloquear itens de menu adicionais e outras opções de jogo. Space Invaders Infinity Gene é uma experiência frenética e incrivelmente divertida, e oferece uma das melhores experiências de shooter no Android.

O nome Inifinity Gene vem do fato de existir uma “árvore” que vai evoluindo à medida que apanhamos power-ups e passamos de nível. Os vários estágios de evolução da árvore vão alterar a maneira como jogamos, dando-nos outros estilos de armas, velocidade e outras capacidades.

O jogo oferece controles de touch screen perfeitos, o que lhe permite tocar e segurar em qualquer parte da tela para mover a nave. Isso evita o problema de obscurecer o sua nave com o seu dedo, e facilita a esquiva. O disparo é definido como auto-fogo, mas nas configurações do jogo, é possível desabilitar esta ajuda.

Veja o video oficial do jogo Space Invaders Infinity Gene:

Os adversários utilizam armas diferenciadas e é necessário ser rápido para aprender a neutralizá-las. Infinity Gene tem a evolução como tema. Os nomes das fases remetem aos conceitos dos estudos da evolução. E até mesmo os menus enfatizam o tema.

Destravando capacidades adicionais, você as adiciona à sua árvore evolutiva. Os power-ups incluem armas avançadas, tais como tiro rápido, laser de busca, onda, lock-on, e gravidade. Existem outros estágios extra, e itens de menu, mesmo extra. Por exemplo, o menu de configurações, inicialmente, apenas permite que você tem 3 vidas por o jogo, mas depois desbloqueia permitir 5 ou mesmo 7 vidas (isto é até onde eu fui). A vida extra e armas vêm a calhar em níveis mais tarde, como as rampas de dificuldade. O jogo também vem com “Easy” e “Normal” dificuldades, mas depois é liberado o modo de “Hard“.

Enquanto a contagem de estágio oficial seja de 38, o número possível de níveis para jogar é essencialmente infinita devido as inúmeras possibilidades oferecidas pela evolução.

Outro dos pontos altos do jogo é a trilha sonora, ao mais puro estilo electro, adequa-se 100% à jogabilidade, mas o jogo inclui uma opção de menu “Music” que permite escolher uma música do seu Android e tocar uma música especificamente nível de jogo gerado. Isto significa que quando você voltar a jogar com a mesma canção, você vai ter o mesmo nível. (Note que os níveis na verdade não seguem o ritmo ou batida das músicas, mas são geradas através de programação a partir dos dados da canção.)

Space Invaders Infinity Gene é um esforço incrível da Taito para trazer uma versão nova e moderna de Space Invaders para o Android. A jogabilidade, a possibilidade de evoluir, as música variada e os níveis gerados devem dar a este jogo uma vida útil longa em seu Android.

Meus Livros

Frodo lendo

Comprei o meu primeiro livro de auto-ajuda, pode parecer estranho, mas o livro possui um perfil científico. O autor é Richard Wiseman, professor e psicólogo britânico, tem uma excelente reputação internacional de investigador em áreas pouco habituais da psicologia, como o engano, a sorte, o humor e o paranormal.

Neste livro, Wiseman denuncia os mitos promovidos pela indústria da auto-ajuda e apresenta um plano de mudança inovador, que ajuda as pessoas a realizar em poucos minutos, e não em longos meses, os seus objectivos e ambições. O livro se chama, 59 SEGUNDOS.

Gostei muito do livro, é um olhar científico sobre a felicidade, mostrando estudos, descrevendo resultados de investigações de rápida mudança e propondo técnicas simples e subtis que podem ser adoptadas com eficácia no quotidiano.

Outro livro muito bom é BREVE HISTÓRIA DE QUASE TUDO, de Bill Bryson. Por que ele resolvou escrever sobre tudo? Basicamente desde sempre, Bryson escreveu sobre viagens. Os seus travelbooks são famosos, sobretudo no mundo anglo-saxónico, e a sua presente incursão no ramo da ciência terá surpreendido muita gente. Mas esse livro não deixa de ser uma viagem, uma viagem partindo da origem do universo, seguindo até os dias de hoje, tratando de assuntos relacionados à física, geologia, paleontologia e todas as outras disciplinas.

Uma Antítese do texto didático tradicional, sua prosa foge dos jargões técnicos sem nunca abrir mão da profundidade. A preocupação do autor está em entender como os cientistas realizam suas descobertas. Para compilar esta Breve história de quase tudo, Bryson consultou dezenas de obras e pesquisadores e montou o que pode ser considerado um delicioso guia de viagens pela ciência.

Na mesma linha do título anteior o livro de Ernst H. Gombrich, BREVE HISTÓRIA DO MUNDO. Um livro que conta a história da humanidade contada em trezentas páginas. Por mais audacioso que possa parecer, este foi o desafio que Gombrich fez a si mesmo – e conseguiu vencer brilhantemente. Gombrich é, também, o autor de um dos livros mais populares dentre os adotados pelas instituições de ensino de História da Arte, em vários países

O título é diferente do livro de Geoffrey Blainey e de outro livro de H. G. Wells, pelo artigo indefinido feminino, “UMA”. Esse dois com textos diferentes escreveram UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO.

Mudando de assunto, mas ainda falando de livros, minha querida mulher me presentiou com uma bela obra. Ganhei no Natal, mas só comentei agora. GENGIS KHAN E FORMAÇÃO DO MUNDO MODERNO é um trabalho fascinante de revisão histórica que não só traça um retrato de um grande líder e seu legado, como nos desafia a reconciderar a formação do mundo moderno.

Escrito pelo do antropólogo norte-americano Jack Weatherford, descreve a história de um líder, o maior conquistador do mundo, deixando Alexandre, César e Napoleão para trás, bem atrás. Gengis Khan também promoveu a maior revolução cultural no mundo até então, ligando os povos conquistados e importando cientistas e e homens sábios para seu Império. Recomendo.

Marbles

Quem aproveitou a infância jogou bolinha de gude (em inglês, Marbles), no chão batido ou na terra. Um divertido jogo de Mata-mata, Círculo ou Búlica – acho que nome correto é Búrica, mas conheci como Búlica mesmo. Existem outras variantes e outros nomes, mas eu costumava jogava esses 3 (três) tipos.

O Mata-mata era onde todos podiam jogar, cada um com sua bola principal (geralmente maior), com o objetivo de tentar acertar das bolinhas de gude dos adversários. Se houver acertar, o jogador recebe um ou mais bolinhas de gude do adversário (conforme acordado) e continua com nova jogada. Em caso de de erro passa a vez ao próximo jogador.

Tem a búlica, três buracos eqüidistantes em linha reta, no chão de terra, onde começa quem lança sua bola mais perto do terceiro buraco que estão em linha, tanto faz se é daqui para lá ou de lá para cá que começa a disputa. Se por acaso no início do jogo um dos participantes consegue fazer de cara uma búlica, ou seja lançar a bolinha direta no terceiro buraco, já está com a chance de começar a “matar” as bolas dos outros adversários cujas bolinhas estejam por perto desta búlica que ele acertou direto, mas se acontecer que algum outro competidor também acerte neste mesmo buraco na primeira jogada, ai, aquela partida estará cancelada, começará uma nova partida. Esse era o tipo mais jogado, o mais popular, pelo menos por aqui, no Rio de Janeiro.

E por último, o Círculo, essa é a variante de jogo que eu mais gostava. Nesse jogo, é feito um círculo no chão, onde os jogadores colocam um número pré-determinado de bolinhas, distribuído a vontade de cada jogador. O primeiro jogador começa com sua bolinha a uma distância também pré-determinada e tenta tirar do círculo a maior quantidade de bolas que passam a ser suas. Se errar passa a vez, se a bolinha que foi atirada ficar no círculo além da vez o jogador tem de deixá-la. E usará outra bola, na sua vez.

Hoje não se joga mais tanto quanto antigamente, no Egito, na Grécia antiga e em Roma eram conhecidos jogos com bolinhas. Estas eram feitas de mármore (vindo daí o nome em inglês do brinquedo Marbles – lascas de mármore), alabastro e cerâmica, madeira e até ossos de animais. No início, as bolinhas de gude eram pedrinhas redondas e lisas, retiradas dos leitos dos rios ou preparadas com argila e até mesmo mármore, e só passaram a ser feitas de vidro a partir do século XV.

É muito divertido jogar bola de gude, como na música Teco-Teco cantada por Gal Costa, mostra como era legal jogar. Eu não conhecia a música, mas procurando mais inforamções na internet sobre o assunto acabei encontrado. Achei a letra bem legal:

Teco, teco, teco teco
Teco na bola de gude
Era o meu viver
Quando criança no meio da garotada
Com a sacola do lado
Só jogava pra valer

Na verdade eu ia colocar apenas a música do Marillion, Marbles. Eles fizeram um CD com o mesmo nome e além dessa música tem outras duas com o mesmo nome.

Did anyone see my last marble
As it rolled out and over the floor?
It fell through a hole in the corner
Of a room in a town on a tour
It’s lonely without your last marble
I miss it not rattling around
As I lie in my bed there’s a space in my head
Where there used to be colours and sound.