Star Wars Day

Mais uma vez, hoje é Star Wars Day, os fãs da série de George Lucas, Guerra nas Estrelas decidiram se apoderar do dia 4 de maio e comemoram em todo o mundo.

O dia 4 de maio virou o Star Wars Day pela pronúncia da data ser muito similar à clássica frase “May the Force be with you” (traduçãopara o português, “Que a força esteja com você”).

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Thor: The Dark World

Mjölnir

Mjölnir

Gostei muito do jogo Thor: The Dark World. Um jogo de ação oficial do filme Thor: O Mundo Sombrio para Android e iOS, todo em português e de autoria da Gameloft em parceria com a Marvel. Thor é melhor descrito como um single-player MOBAMultiplayer Arena de Battle Online. Onde Thor é o campeão e controlado diretamente pelo jogador deve atravessar várias fases, distribuídos em todos nos sete reinos, seja defendendo sua base ou atacando a base de seus inimigos. Onde o jogador pode recrutar soldados para ajudar nos combates.

São 18 fases separadas em 90 missões, com uma jogabilidade diferenciada, para o jogador percorrer toda Asgard e o Mundo Sombrio.À medida que progride através de história, enfrentando as forças de Loki e Malekith, o mestre dos Elfos Negros, antigos inimigos de Asgard, Thor ganha pontos de experiência, ouro e runas, usados ​​para comprar upgrades, desbloquear novas habilidades e aumentar o poder de seus Einherjar e heróis. Ele pode até mesmo desbloquear uma variedade de trajes especiais e martelos, cada um com seus próprios benefícios especiais.

Thor: The Dark World é um jogo gratuito, mas você deve ter muita paciência para jogar muito até conseguir o que quer, porque objetivo da produtora é ganhar dinheiro. Quem gostar do estilo tem muitas horas de jogo.

Dia da Toalha

Símbolo do Guia

Hoje é o Dia da Toalha. Para quem não sabe, esse dia é uma homenagem ao escritor e comediante britânico, Douglas Adams, autor da saga O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Quem conhece a saga, sabe que todo mochileiro interestelar pode esquecer qualquer coisa, menos a sua toalha. O Guia diz:

A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth;

Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;

E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc.

Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Star Wars Day

Yoda

Hoje é Star Wars Day, os fãs da série de George Lucas, Guerra nas Estrelas decidiram se apoderar do dia 4 de maio e comemoram em todo o mundo.

O dia 4 de maio virou o Star Wars Day pela pronúncia da data ser muito similar à clássica frase “May the Force be with you” (traduçãopara o português, “Que a força esteja com você”).

Final Fantasy IV

Final Fantasy IV - Main Image

Final Fantasy IV, é um marco na franquia da Square-Enix por ser o primeiro a apresentar muitas das características atuais de jogos de RPG, incluindo todo o conceito de narrativa dramática em um RPG. Tendo sido lançado em 1991, no Japão, o jogo conta a história do protagonista do jogo é Cecil (no outro jogo de PSP, Dissidia: Final Fantasy, ele era muito ruim de jogar), um cavaleiro negro.

Apresentei o jogo para falar da versão para Android. Final Fantasy IV é certamente uma versão melhor do que Final Fantasy III – que eu gostei bastante. Vem com a versão original em japonês, opção de textos em português (pela primeira vez) cenas extras, texturas e efeitos de resolução um pouco melhor em algumas áreas. Ainda se parece com um jogo de DS, com personagens dos jogadores notoriamente em blocos e texturas em todos os heróis, mas isso não impede que seja uma experiência fantástica.

Graficamente Final Fantasy IV não faz uso da atual arquitetura móvel, como dito antes. No entanto, é quase perfeito, com a tela aproveitando toda a tela na sua maior resolução. Cidades, personagens, armaduras e armas são todas variadas. As coisas parecem muito em blocos, mas não há um momento em que necessariamente quebre de imersão.

O áudio também tem uma estética retro sem ser exagerado. Toda a música é gravada eletronicamente, típico de qualquer jogo de Final Fantasy antes dos novos consoles. Itens, magias, combates, cidades, e o mundo do jogo, todos têm os seus próprios sons e temas.

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O sistema de batalha é mais complicado que o III. É do tipo ame-o ou odei-o, não há seleção de “jobs” para os personagens, mas que faz sentido do ponto de vista narrativo, porque a história leva à mudanças estratégicas que mantem as coisas interessantes.

Final Fantasy IV continua a ser um dos jogos mais tático da série, em quase nenhuma das batalhas será possível sair sem tomar dano. Para enfrentar todos os chefes será necessário descobrir como matá-los – quais são os seus pontos fracos, ou em que ordem deverá eliminá-los. O jogo é certamente difícil, mas não é injusto.

Não há nenhum outro RPG no mercado que rivalize com Final Fantasy IV pela qualidade ou conteúdo, e com mais de 20 horas para a conclusão, vale cada centavo. É viciante, charmoso e me faz lembrar por que Final Fantasy é considerado uma das melhores séries de todos os tempos.

Meus Livros

Frodo lendo

Semana passada comprei A CIÊNCIA DOS SUPERPODERES, de Juan Scaliter. Li em dois dias, é muito divertido.

978-85-316-1219-0O livro é divido em tipos de poderes e em heróis e vilões. A leitura simples e divertida, não afasta a precisão do estudo científico, e nos mostra o que é possível, o que já existe de muito parecido com os superpoderes, e o que não seria possível.

Para escrever as 266 páginas do livro, Scaliter entrevistou mais de 20 cientistas cujas pesquisas são destaques nos campos da física à astronomia, da medicina à biotecnologia. E ele não parou por aí, conversou até mesmo com campeões do esporte. O autor ficou cerca de um ano investigando quais teorias e pesquisas científicas poderiam justificar os poderes de 60 super-heróis, vilões e anti-heróis, trazendo para a vida real o que só havia nas histórias em quadrinhos.

Ninguém pode sair voando como Super-Homem (não estamos falando do conceito chave da filosofia de Friedrich Nietzsche, o Übermensch), lembra o jornalista, mas pode contar com membros artificiais guiados pelo pensamento, como faz Dr. Octopus, o inimigo do Homem-Aranha; recuperar a mobilidade e aumentar a força com a ajuda de exoesqueletos, poder esbanjado pelo Homem de Ferro; e até criar um “super-humano” aos moldes do Capitão América, graças ao avanço das terapias genéticas.

Vazio

Por que o vazio? Porque tenho tudo ou quase tudo que desejaria ter e o mais que quero me consome por desejar o impossível, desejar um mundo mais justo. Por que o vazio? Porque esse vazio, hoje, está enorme dentro de mim.Por que o vazio? Porque o vazio é… Quando não deveria ser. O vazio não é! Não é bom, não deixa espaço para a felcidade. Não faz bem. Não quer bem. Não faz sentido. Esse vazio não é lógico. Não tem nexo, assim como o que estou tentando escrever também não tem. Ele tira as cores de tudo, tira a luz, tira o brilho.

Porque mesmo não sendo o vazio é. Ele é tristeza, pode ser um, pode ser muitos. Pode ser um conjunto. Na matemática, mais especificamente em teoria dos conjuntos, o conjunto vazio é o único conjunto que não possui elementos. Mas esse vazio não é matemático. Esse vazio possui elementos muito ruins, elementos que geram uma terrível angustia.

O vazio na nossa língua pode ser adjetivo: que não contém nada; que não está com seu conteúdo habitual; desocupado; sem sua carga; sem pessoas ou atividade humana; sem algumas de suas qualidades primordiais; sem força, efeito ou significado. Pode ser também substantivo, e significa o vácuo. O vazio dentro de mim é mais que isso, tem a força de um Verbo. Queria que fosse um substantivo oculto, mas ele é imperativo, superlativo. As vezes relativo.

Estou tentando preencher o vazio dentro de mim, preenchendo meus pensamentos com coisas boas, porque esse vazio me consome com tristeza e pensamentos ruins. Estou tentando preencher o vazio dentro de mim, preenchendo meu tempo com movimento para combater a inércia que esse vazio me trás. Estou tentando preencher o vazio dentro de mim, preenchendo com o que a vida tem de bom, mas o que tem de mau me domina.

Preencher esse vazio, é uma luta de todos os dias. Tem dias que que o vazio está tão pequeno que nem sinto. As vezes o vazio é tenso, intenso, denso, as vezes o vazio é imenso.