Para Falar de Nada

Acabei de ler um artigo na Folha de São Paulo, do físico Marcelo Gleiser, A morte do Nada. Gosto muito da sua coluna.

Gleiser comenta o fim do Nada, um assunto que eu mesmo já abordei em Nada e Nada de novo. O Nada que o Gleiser aborda é o Nada “real“, ou o vácuo completo. Mas nada continua existindo em outras esferas de realidade, em pensamentos, conceitualmente. Até o fim.

Mas a grande questão é: Exite o fim? Porque o início todos dizem que foi o Big Bang, ou foi Deus quem fez. Mas e antes disso o que era? Nada? Ou realmente o início não existiu? Se não teve início não existe fim. Temos apenas conceito de início e fim, tudo e nada. Somos apenas um conceito? Existimos realmente? Física, Religião, Filosofia. Nada explica isso. Ou melhor: Nada explica isso!!!

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Zero

Eu já falei do zero antes, sua origem e a introdução no ocidente. Mas esse Zero é diferente, não é numero, mas para todos é Nada, o vazio que o zero tem.

Zero é um filme de animação, feito em stop motion, que mostra um mundo que julga as pessoas pelo seu número, e Zero enfrenta humilhações constantes e perseguição. Caminhando sozinho até que um encontro casual que muda sua vida para sempre: ele conhece seu amor. Juntos, eles provam que através da determinação, coragem e amor, que nada pode ser realmente alguma coisa.

Lembre-se que o zero também pode ser o Eterno, Ouroboros, o Eterno Retorno que lembra o infinito, é um adjetivo que denota algo que não tem início nem fim, ou não tem limites, ou que é inumerável.