200 Países, 200 Anos em 4 Minutos

Achei esse video muito interessante. Hans Rosling conta a história da evolução da expectativa de vida e a renda de 200 países em 200 anos. Mostrando em gráficos essa evolução e os impactos das Guerras Mundiais.

Professor do Instituto Karolinska, Rosling tem outros videos muito interessantes sobre estatísticas globais, Hans Rosling: Global health expert; data visionary.

Grávitons

O que são grávitons? Segundo a Wikipédia, “Na Física, o Gráviton (português brasileiro) ou Gravitão (português europeu) é uma partícula elementar hipotética que seria a responsável pela transmissão da força da gravidade na maioria dos modelos da teoria quântica de campos.

A teoria postula que os grávitons sempre são atrativos (gravidade nunca repele), atuando além de qualquer distância (gravidade é universal) e vêm de um ilimitado número objetos. Portanto, se o gráviton existir, deve ser um bóson de spin par e igual a dois, e deve ter uma massa de repouso zero, segundo a Mecânica Quântica.

Explicação simples e direta, o gráviton é um pedacinho do nada criado para explicar a gravidade, podendo ser apenas fruto da imaginação dos físicos. E por falar em imaginação, temos no mundo Marvel, o vilão Graviton.

Durante um experimento, Franklin Hall foi sobrecarregado de partículas sub-graviton por causa de uma explosão em um acelerador de partículas que misturaram suas moléculas. Recuperando-se do acidente, Hall descobriu que podia controlar mentalmente gravidade.

E o gráviton é comentado em Jornada nas Estrelas, é uma partícula elementar que transmite a força da gravidade. É usado para uma variedade de efeitos envolvendo forças de atração/repulsão usados em raios tratores, para gerar a gravidade artificial em naves ou para criar anti-gravidade . O oposto de um gráviton é uma anti-gráviton.

Ainda segundo o universo de Jornada nas Estrelas,  o gráviton foi postulado na Terra pelos físicos no século XX como uma conseqüência da teoria da gravitação quântica. Na medida em que os grávitons são utilizados na produção de gravidade artificial , tanto as naves Vulcanas quanto nas naves da Terra estavam usando grávitons para fins práticos no final do século XX.

Até o século XXIV , as naves da Frota Estelar tinham a capacidade de produzir grávitons como um campo e/ou um feixe de uma nave espacial. (Star Trek: The Next Generation (TNG): “The Best of Both Worlds“; Star Trek: Voyager (VOY): “Caretaker“).

Bom, depois dessas explicações todas vem o motivo do post: Mário Novello, cosmólogo brasileiro propõe uma solução a um mistério que um dos grandes físicos da modernidade, o Prêmio Nobel norte-americano Steven Weinberg, da Universidade do Texas, chamou de “quebra-cabeça“. E, ainda, afirma que o gráviton deve ter uma massa. É uma afirmação audaciosa, sobre algo que os físicos nem são capazes de dizer que existe de fato.

Como explicar isso? Segundo Novello, o gráviton representa a coisa que existe em maior quantidade em todo o Universo. Dez elevado a cento e vinte, é o total de grávitons no Universo. Esse número gigantesco, em notação científica, fica mais elegante: 10120. Mas nem por isso menos absurdo. É apenas uma maneira econômica de escrever um “1” seguido por 120 “zeros”.

Caso suas conclusões sejam verdadeiras, os grávitons são a coisa mais abundante existente em todo o cosmos. Para que se tenha uma idéia, os físicos estimam que os fótons – as partículas de luz – sejam “apenas” 1080. Em contraste, os grávitons seriam 100 trilhões de bilhões de bilhões de bilhões (1040) de vezes mais numerosos.

Essa conclusão, publicada pelo físico num artigo na revista científica “Classical and Quantum Gravity“, chamou a atenção da comunidade científica. Foi um dos dez estudos mais lidos nessa publicação no ano passado.

Agora, o físico brasileiro, que trabalha no CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas), no Rio, acaba de dar um passo além nesse esforço teórico. Num estudo ainda não publicado, ele conseguiu ligar um número que Weinberg chamou de “quebra-cabeça da constante cosmológica” à hipótese dos grávitons com massa.

Essa história toda entra tanto na relatividade geral e a mecânica quântica, as duas teorias fundamentais da física contemporânea. A primeira só diz respeito à gravitação, que interpreta como um fenômeno geométrico, derivado das próprias características do espaço-tempo (conjunto indissolúvel que agrega as três dimensões espaciais e a dimensão temporal).

A segunda abarca as três outras forças da natureza, que mantêm os núcleos atômicos coesos, explicam os processos radioativos e os efeitos elétricos e magnéticos. Para a mecânica quântica, as forças são carregadas por partículas. Por exemplo, as forças eletromagnéticas são transmitidas pelos fótons, pacotes mínimos de energia também chamados partículas de luz.

A concepção do gráviton , como a explicação acima, é justamente uma tentativa de conformar a gravidade ao esquema de mundo da mecânica quântica – esforço importante para entender objetos em que tanto os efeitos gravitacionais quanto os efeitos quânticos são importantes, como os buracos negros (astros tão densos que a gravidade impede até a luz de escapar deles).

Novello admite que a relatividade geral de Albert Einstein, concebida em 1915, não tem muito espaço para o gráviton em suas equações. No entanto, ele decidiu trabalhar com uma segunda versão da teoria, elaborada em 1917 pelo mesmo Einstein, onde  apresenta outra circunstância em que a constante cosmológica pode ser aplicada. Segundo ele, lambda pode muito bem representar o valor da massa do gráviton.

Fonte: Folha Online

O Enorme e o Minúsculo

Encontrei esses videos de um programa da National Geographic, Known Universe – The Biggest and The Smallest (Universo Conhecido – O Enorme e o Minúsculo).

Desde o enorme Universo em que vivemos até os minúsculos átomos que fazem os blocos de construção de tudo a nossa volta, o tamanho importa para entender o cosmos. Começando com o nosso Sistema Solar, os videos vão explorar o verdadeiro significado da palavra “grande“. As probabilidades são que você viu no modelo do Sistema Solar feito na escola. Com uma CGI incrivelmente realista, vamos revelar como esse modelo, se construído em escala, não vai caber dentro de um campo de futebol (americano), muito menos em uma sala de aula.

É o programa completo (em inglês), 60 minutos, dividos em 5 partes. É um pouco grande, mas vale muito a pena!





Surf

O surf e sua história: quando teve origem não se sabe exatamente, sabe-se porém que esta prática de deslizar sobre as ondas há muito já era praticada pelos povos polinésios.O primeiro relato concreto da existência do esporte foi feito pelo navegador James Cook, em 1778, que descobriu o arquipélago do Havaí e viu os primeiros surfistas em ação.

As pranchas eram fabricadas pelos próprios usuários que utilizavam-se inicialmente pranchas de madeira confeccionadas para deslizar nas ondas do mar. Acreditava-se que ao fabricar sua própria prancha se transmitia todas as energias positivas nela e ao praticar o surf se libertava das energias negativas.

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Porem os primeiros praticantes desse esporte acreditavam que sua pratica seria na verdade um culto ao espírito do mar em sua cultura original. Cook, considerou o surf uma atividade relaxante, mas diversos missionários protestantes que habitavam o local não tiveram a mesma opinião e durante todo o século XVIII desestimularam a prática do esporte.

Fiz essa introdução porque agora chegou a minha vez, comecei a surfar neste sábado, aloha! Eu e minha mulher, é bem legal, mas não é nada fácil. Estou fazendo as aulas na Escola Pedro Muller, fica entre os postos 5 e 6 na praia da Barra da Tijuca, próximo ao Beton.

Hoje, o mar estava calmo, perfeito para aprender a surfar. Peguei as dicas de como ficar na prancha, como devo levantar e me posicionar. Tudo isso na areia.

Depois entramos no mar, pegamos nossas pranchas, long board ou pranchão que tem mais estabilidade. A àgua estava com uma temperatura agradável, poucas ondas, o que facilitava a chegada para depois da arrebentação.

A aula foi muito legal, sem caldo e ainda consegui ficar de pé na prancha, claro que levei alguns tombos, mas foi tudo muito tranquilo e legal. Minha mulher também adorou, fez tudo direitinho, mas disse que só de ficar deitada na prancha depois da arrebentação já era tudo de bom.

Encontrei o site Rico Surf que possui várias informações, notícias, entrevistas e dica sobre surf. Fala sobre as ondulações, tamanho, ventos e ainda tem videos das principais praias do Brasil.

Em breve estarei surfando ondas como esta do video, Jaws.

Outro Sol

Não é o nosso Sol, mas um dia pode acontecer a mesma coisa com o nosso. Em um outro sistema, encontra-se um exoplaneta, o WASP-12b, um planeta gigante gasoso que tem massa 1,4 vezes maior que Júpiter – o maior do sistema nosso planetário. O WASP-12b orbita sua estrela em um ciclo de 26 horas. O estudo a respeito foi publicado na revista Nature.

No entanto, ele já foi inflado para um tamanho de aproximadamente 1,8 vezes o tamanho de Júpiter. Ele está sendo “engordado” por sua estrela, que parece pronta para devorá-lo. O fenômeno é causado pela gravidade da estrela. Onde a gravidade estelar agita o interior do planeta, gerando calor e expandindo seus gases. Com isso, o WASP-12b em estado expandido mal consegue segurar sua atmosfera mais exterior.

Isto deve permitir que a estrela roube matéria do planeta, consumindo-a completamente em cerca de 10 milhões de anos.  Pode parecer um longo tempo, mas para astrônomos não é nada. Como referência, a Terra já tem uma história estimada em mais de 4,567 bilhões de anos.

E o nosso Sol terá um futuro semelhante, ele está aproximadamente na metade da sequência principal, período onde fusiona hidrogênio em hélio. O Sol ficará na sequência principal por cerca de 10 bilhões de anos.

Falei de outro sol e acabei voltando para o nosso – em cerca de 5 bilhões de anos, o hidrogênio no núcleo solar esgotará. Quando isto ocorrer, o Sol entrará em contração devido à sua própria gravidade, elevando a temperatura do núcleo solar até 100 milhões de Kelvin, suficiente para iniciar a fusão nuclear de hélio, produzindo carbono, entrando na fase do ramo gigante assimptótico.

Quando o Sol se tornar uma uma gigante vermelha, o Sol terá um raio máximo maior de 250 UA (unidade astronômica), maior do que a órbita atual da Terra. Porém, o Sol terá perdido cerca de 30% de sua massa atual, devido à massa perdida no vento solar, com os planetas afastando-se gradualmente, à medida que o Sol perde massa. Este fator por si mesmo provavelmente seria o suficiente para permitir que ela não fosse engolida pelo Sol, visto que a ela afastaria-se o suficiente da estrela, mas pesquisas recentes mostram que a Terra será engolida pelo Sol devido à forças de maré. “Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.”

Nesse período, Júpiter também se afastará do Sol e poderá sofrer as mesmas consequências de WASP-12b. A fusão de hélio sustentará o Sol por cerca de 100 milhões de anos, quando então o hélio no núcleo solar esgotará. Depois vem o declínio, como o Sol não possui massa o suficiente para converter carbono em oxigênio, não explodirá como uma supernova. Ao invés disso, intensas pulsações térmicas farão com que o Sol ejete suas camadas exteriores, formando uma nebulosa planetária. O único objeto que permanecerá após a ejeção será o extremamente quente núcleo solar, que resfriará gradualmente, permanecendo como uma anã branca com metade da massa atual (com o diâmetro da Terra) por bilhões de anos. Este cenário de evolução estelar é típico de estrelas de massa moderada e baixa.

E aqui no Rio de Janeiro, mais um dia de clima ameno, show!

Sol

O Sol, astro-rei, a estrela central do Sistema Solar. Eu escrevi artigo aqui no blog sobre o Sol, um texto mais técnico, agora vou falar um pouco de sua história e outras curiosidades. Finalmente ele deu um descanso, está chovendo e a temperatura está amena. Na verdade ele não deu descanso nenhum, ainda bem. Daqui a pouco ele esta de volta. O calor aqui na Terra é maior, mas o Sol não está mais forte ele inclusive está produzindo pouca manchas solares o que mostra uma menor atividade. Nosso problema está na Terra.

Como vemos o Sol? Melhor não olhar diretamente para ele, você vai ficar cego. A imaginação e falta de conhecimento produziram grandes teorias e crendices. Na antiguidade, várias culturas pre-históricas e antigas acreditavam que o Sol era uma deidade solar, ou outro fenômeno supernatural. Adoradores do Sol.

Uma das primeiras pessoas a oferecer uma explicação científica ou filosófica do Sol foi o antigo filósofo grego Anaxágoras de Clazômenas, que chegou à conclusão que o Sol era uma bola enorme de metal em chamas maior do que até o Peloponeso, e não a biga de Hélios.

O Sol como o centro estacionário do universo, chama-se Heliocêntrismo. Acredita-se que a primeira teoria heliocêntrica, foi proposta pela primeira vez por Aristarco de Samos. Vários astrônomos babilônicosindianos, e árabes posteriormente também propuseram teorias heliocêntricas, na antiguidade e na era medieval. Esta teoria foi revivida no século XVI por Nicolau Copérnico.

A fonte de energia do Sol foi um significante mistério durante os primeiros anos da era científica moderna. Uma sugestão feita por Lord Kelvin descreveu o Sol como um corpo celeste líquido, em resfriamento gradual, cuja energia emitida seria proveniente de uma fonte interna de calor. Kelvin e Hermann von Helmholtz então propuseram o mecanismo de Kelvin-Helmholtz como sendo esta fonte de calor.

Foi somente em 1904 que uma solução substanciada foi proposta. Ernest Rutherford sugeriu desintegração radioativa no interior do Sol como a fonte de energia solar. Porém, foi Albert Einstein que forneceu a pista essencial da fonte de energia solar, através da equação E = mc².

E todos sabemos, hoje que o Sol está no centro do nosso sistema e todos os outros corpos do Sistema Solar, como planetas, planetas anões, asteroides, cometas e poeira, bem todos os satélites associados a estes corpos, giram ao seu redor. Responsável por 99,86% da massa do Sistema Solar, o Sol possui uma massa 332.900 vezes maior que a da Terra, e um volume 1.300.000 vezes maior que o do nosso planeta.

E para finalizar o nosso Sol é de classe espectral de G2V: G2 indica que a estrela possui uma temperatura de superfície de aproximadamente 5.780 Kelvin, o que lhe confere uma cor branca (apesar de ser visto como amarelo no céu terrestre, o que se deve à dispersão dos raios na atmosfera).

Classificação espectral de Morgan-Keenan.