Waking Mars

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Eleito como o melhor jogo para mobile de 2012, Waking Mars é a minha mais recente aquisição para Android.

A ideia do jogo é bem interessante, a exploração em Marte. No futuro não tão distante de 2093, foram encontrados sinais de vida no subsolo de Marte. Você joga como Liang, um astronauta que usa um traje com jatos para estudar o ecossistema das cavernas.

Para criar um ambiente de ficção científica e de exploração, a Tiger Style desenhou cenários bem elaborados (em 2D), controles simples e uma mecânica central inteligente tornam a experiência do jogo ainda melhor. Na exploração das caverna para passar de uma área para outra, você deve aumentar sua biomassa do lugar, cultivando espécies de plantas marcianas chamadas Zoa. Lembra de FarmVille e Colheita Feliz? Não tem nada haver, mas tem planta também e você acaba sendo um fazendeiro de Marte. 🙂

Bem, voltando ao jogo, cada espécie de Zoa interage de um jeito diferente com as outras espécies. Criar um ecossistema eficiente em cada seção é difícil, principalmente nas últimas partes do jogo. Para entender e entender melhor as variadas espécies, é preciso experimentar.

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Waking Mars apresenta-lhe um mundo de vida bizarro e hostil de uma forma divertida que me fez lembrar de H.e.r.o., da Atari (Está bem, depois de colocar a imagem do jogo de 1984, dá para perceber as diferenças). A história do jogo não nem envolvente, nem interessante, mas dá para notar que eles tentaram. Gostei muito das fases, dos quebra-cabeças de Waking Mars e do tempo do jogo com mais de 6 horas de duração. Trata-se de um ótimo jogo para aqueles que gostam de explorar cada detalhe e se envolver em grandes desafios, mas cansativo para os jogadores mais casuais.

Final Fantasy IV

Final Fantasy IV - Main Image

Final Fantasy IV, é um marco na franquia da Square-Enix por ser o primeiro a apresentar muitas das características atuais de jogos de RPG, incluindo todo o conceito de narrativa dramática em um RPG. Tendo sido lançado em 1991, no Japão, o jogo conta a história do protagonista do jogo é Cecil (no outro jogo de PSP, Dissidia: Final Fantasy, ele era muito ruim de jogar), um cavaleiro negro.

Apresentei o jogo para falar da versão para Android. Final Fantasy IV é certamente uma versão melhor do que Final Fantasy III – que eu gostei bastante. Vem com a versão original em japonês, opção de textos em português (pela primeira vez) cenas extras, texturas e efeitos de resolução um pouco melhor em algumas áreas. Ainda se parece com um jogo de DS, com personagens dos jogadores notoriamente em blocos e texturas em todos os heróis, mas isso não impede que seja uma experiência fantástica.

Graficamente Final Fantasy IV não faz uso da atual arquitetura móvel, como dito antes. No entanto, é quase perfeito, com a tela aproveitando toda a tela na sua maior resolução. Cidades, personagens, armaduras e armas são todas variadas. As coisas parecem muito em blocos, mas não há um momento em que necessariamente quebre de imersão.

O áudio também tem uma estética retro sem ser exagerado. Toda a música é gravada eletronicamente, típico de qualquer jogo de Final Fantasy antes dos novos consoles. Itens, magias, combates, cidades, e o mundo do jogo, todos têm os seus próprios sons e temas.

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O sistema de batalha é mais complicado que o III. É do tipo ame-o ou odei-o, não há seleção de “jobs” para os personagens, mas que faz sentido do ponto de vista narrativo, porque a história leva à mudanças estratégicas que mantem as coisas interessantes.

Final Fantasy IV continua a ser um dos jogos mais tático da série, em quase nenhuma das batalhas será possível sair sem tomar dano. Para enfrentar todos os chefes será necessário descobrir como matá-los – quais são os seus pontos fracos, ou em que ordem deverá eliminá-los. O jogo é certamente difícil, mas não é injusto.

Não há nenhum outro RPG no mercado que rivalize com Final Fantasy IV pela qualidade ou conteúdo, e com mais de 20 horas para a conclusão, vale cada centavo. É viciante, charmoso e me faz lembrar por que Final Fantasy é considerado uma das melhores séries de todos os tempos.

Homem de Ferro 3 – o jogo

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Gostei muito do Homem de Ferro 3 – O jogo Oficial da Gameloft. Sei que o jogo já foi lançando já a algum tempo, mas como estou jogando bastante, resolvi comentar sobre o assunto. O jogo dá aos fãs do Cavaleiro de Ferro da oportunidade de se tornar o bilionário Tony Stark como Homem de Ferro e explodir os inimigos AIM a distância, esquivar de foguetes e muito mais – tudo de graça. Além de ter gráficos muito bonitos.

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O gameplay é muito bom e responde bem rápido, levando a momentos emocionantes de se esquivar do fogo inimigo e se desviando de obstáculos. Responder com fogo pode ser um pouco complicado, infelizmente. Ocasionalmente você vai precisar se esquivar de ataques e contra-ataque, ao mesmo tempo, ou seja, você vai precisar dos dois dedos indicadores para fazer o trabalho bem feito. Isto significa que os jogadores sérios vão querer jogar com o seu dispositivo na horizontal – e não em sua mão.

Cada execução gera aleatoriamente obstáculos, puxando um conjunto de obstáculos e inimigos. A variação não é muito grande, isso não será um problema se você só quer entrar em uma corrida ou duas por dia. Mas se quiser fazer sessões de jogo prolongadas será um pouco chato, pois você verá a mesma seqüência de mísseis uma e outra vez.

Missões diárias de histórias ajudam a quebrar a monotonia da ação. Sempre tem três objetivos da missão genérica para trabalhar (coisas como bater distâncias ou matar inimigos), mas uma vez por dia você pode tentar avançar a história através de lutas contra chefes. A maioria envolve voar com sucesso uma certa distância e derrotar o mega-inimigo. É um sistema inteligente que me faz voltar pelo menos uma vez por dia, me levando à procura de novos e intermináveis desafios que adicionam elementos mais profundos na história.

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Jogadores que se recusam a gastar dinheiro ainda podem ter uma experiência de jogo completa. Terão acesso a armadura Mark III e Mark V do Tony Stark logo no início – e mais tarde mais 16 armaduras, incluindo Iron Patriot e Silver Centurion. Pode demorar muito para chegar a ter uma dessas ou pode desbloquear mais rápido através de compra no jogo. Infelizmente, essas compras também atrapalham a integridade dos placares – quando mais compra você fizer, mais pontos você obtem, portnto os placares não são confiáveis, e esta a motivação para continuar jogando desaparece, depois das missões da história.

A conclusão é que Homem de Ferro 3 – O jogo Oficial da Gameloft é excelente jogo casual porque é fácil de pegar e jogar. Mas, apesar de sua boa aparência e boas idéias, a experiência não vai satisfazer os que procuram uma aventura mais desafiadora ou especialmente gratificante. Quem tem paciência – ou dinheiro para acessar as armaduras mais rápido – acho que vale a pena também. Eu gostei muito e estou jogando todos os dias. 🙂

Pitfall

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Achei sensacional o remake do Pitfall da Activision. Primeiro porque foi o meu primeiro jogo de Atari que eu ganhei, e segundo porque ficou muito maneiro.

Foi uma reforma completa do jogo original encontrados nos consoles e computadores na década de 1980. Lançado no 30º aniversário do jogo original, Pitfall foi redesenhado totalmente em 3D seguindo modos semelhantes ao original com alguns ingredientes a mais, é um jogo de sobrevivência em que você vai saltar sobre abismos, balançar em cipós e passar por perigos através de um cenário exuberante de floresta e cavernas.

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Antes de começar a jogar, Pitfall mostra o 2D original jogo de 8-bit como uma introdução, antes de se expandir para fora em um mundo 3D de excelente aparência. Você joga como o clássico herói, Pitfall Harry. Em sua primeira corrida, o jogo mostra todos os controles básicos:saltar, deslizar para baixo ou desliza para a esquerda ou direita para virar em cruzamentos. Você também tem a capacidade de usar o seu chicote nas várias cobras e outros bandidos que bloqueiam seu caminho.

O jogo em si é simples – muito simples, mas é muito divertido e viciante. É um jogo livre, o que significa que as compras de dentro do aplicativo podem ajudar a acelerá-lo em seu caminho. Ou você pode fazer tudo no seu tempo, jogar o jogo, e, eventualmente, comprar novos power-ups e trajes.

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Acabei de receber o código de acesso ao novo jogo da Google. O Jogo que ainda está na fase beta, mistura realidade com ficção e faz jogadores irem até lugares reais. Criado pela NianticLabs@Google, lançado para dispositivos Android.

O enredo é o seguinte. Um time de cientistas na Europa descobriu uma misteriosa energia emanando em vários pontos de todo o planeta. Apesar de analisarem o acontecimento com cuidado, ninguém, de fato, sabe qual é o propósito dessa força. Muitos, porém, acreditam que ela está controlando a nossa maneira de pensar. E agora, será que não devemos tomar as rédeas dessa energia antes que ela passe a comandar o nosso planeta?

Escolha seu lado. Juntando-se ao “Iluminados” (Enlightened, representados em verde), você abraça as forças que lutam pela energia. “Uma tentativa de ajudar os Shapers infiltrar Terra. Seguidores acreditam que os Shapers trazer uma iluminação poderosa que vai levantar a humanidade“. Já entrando para a “Resistência” (Resistence, representados em azul), você vai compor o time que fará de tudo para ir contra esse misterioso poder. “Defendendo a Terra do ingresso do Shapers. Eles são vistos por alguns como sendo o medo de mudança ou do progresso, mas a resistência é firme em sua crença de que estão protegendo a humanidade“.

EnlightenedEu escolhi jogar junto do Enlightened. Mais porquê, o time está em menor número e será mais desafiador. Achei muito divertido. A Jogabilidade funciona da seguinte maneira, utilizando o aplicativo em um celular – de preferência, pois é necessário ter o GPS ligado – é apresentada um mapa que representa as áreas próximas, na verdade o jogo funciona em cima do Google Maps. O mapa tem um fundo preto onde as ruas e os edifícios são representados em cinza, mas não nomeado. Visíveis no mapa estão os portais, a matéria exótica (Exotic Matter, XM), os ressonadores (Resonators), os links e os campos de controle.

Para interagir com os objetos no mapa, o jogador deve estar fisicamente próximo da localização do objeto. O jogo representa o jogador como um pequeno triângulo, rodeada por um círculo que representa o perímetro dentro do qual a interação é possível. O jogo ainda conta com uma sonoplatia e efeitos interessantes, dignos de qualquer filme de ficção científica.

Então saia e vá atrás dos portais, mas por enquanto, o Ingress ainda se encontra em fase de testes, como eu disse antes. Para pode jogar, você precisa baixá-lo para o seu dispositivo, clicando aqui. Além disso, é necessário cadastrar o seu e-mail no site oficial do jogo, Ingress e aguardar o convite da empresa.

Machinarium

Machinarium é um jogo sensacional que ganhou vários prêmios como de melhor jogo e melhor Arte Visual em vários sites especializados.

O jogo tem estilo quebra-cabeça mesclado com ação em que você deverá guiar Josef, um robozinho cheio habilidades, para reencontrar sua namorada, mas para atingir seu objetivo deverá enfrentar vários desafios. O jogo me lembrou um a clássico chamado Abe’s Oddysee, lançado para PC e Playstation em 1997. Machinarium impressiona pelo visual muito bonito e charadas inteligentes. No entanto, o jogo só roda em dispositivos Android com uma resolução HD (720p) para cima!

Confira o video de apresentação, vale muito a pena.

Battleheart

Battleheart é um jogo para o Android muito divertido. O jogo é um RTS (estratégia em tempo real), desenvolvido pela Mika Mobile, que nos traz um game com um gráfico 2D junto a comandos simples e a experiência de controlar uma equipe contra goblins, orcs, esqueletos e etc. É uma verdadeira batalha medieval em miniatura.

Você só se utiliza toques simples. O conceito é simples assim, você deve montar uma equipe de 1-4 personagem e sobreviver a uma batalha por 3-6 minuto de duração, a fim de passar para a próxima batalha. Esse é o jogo inteiro, o que para alguns pode parecer chato, mas está longe disso.

Com sons e gráficos divertidos e bem desenhados. Comandos simples e gráficos em 2D, você pode escolher entre vários personagens de várias classes e equipá-los com armas armaduras e itens que irão evoluindo com o jogo.

Battleheart é um jogo divertido e viciante, mas não é para todos. Algumas pessoas irão odiá-lo, enquanto outros irão adorar. A jogabilidade é simples, a história não existe e a música é meio repetitiva. Ok, eu sei que parece que estou batendo no jogo, mas não me interpretem mal. O jogo é divertidíssimo, é muito fácil de aprender e da para jogar por horas sem perceber.

Space Invaders Infinity Gene

O Space Invaders Infinity Gene para Android é sensacional, lembrando o original com os seus gráficos vetoriais no estilo dos anos 80.

O jogo começa com um breve vislumbre do Space Invaders original. Em seguida Infinity Gene leva a saga a outros vôos, literalmente, ou seja, pela primeira vez num título da saga Space Invaders deixamos de estar limitados ao eixo X e podemos manobrar livremente a nave pela tela mais ao estilo shooter.

Em cada etapa são adicionados novos recursos e armas para a sua nave e pode até mesmo desbloquear itens de menu adicionais e outras opções de jogo. Space Invaders Infinity Gene é uma experiência frenética e incrivelmente divertida, e oferece uma das melhores experiências de shooter no Android.

O nome Inifinity Gene vem do fato de existir uma “árvore” que vai evoluindo à medida que apanhamos power-ups e passamos de nível. Os vários estágios de evolução da árvore vão alterar a maneira como jogamos, dando-nos outros estilos de armas, velocidade e outras capacidades.

O jogo oferece controles de touch screen perfeitos, o que lhe permite tocar e segurar em qualquer parte da tela para mover a nave. Isso evita o problema de obscurecer o sua nave com o seu dedo, e facilita a esquiva. O disparo é definido como auto-fogo, mas nas configurações do jogo, é possível desabilitar esta ajuda.

Veja o video oficial do jogo Space Invaders Infinity Gene:

Os adversários utilizam armas diferenciadas e é necessário ser rápido para aprender a neutralizá-las. Infinity Gene tem a evolução como tema. Os nomes das fases remetem aos conceitos dos estudos da evolução. E até mesmo os menus enfatizam o tema.

Destravando capacidades adicionais, você as adiciona à sua árvore evolutiva. Os power-ups incluem armas avançadas, tais como tiro rápido, laser de busca, onda, lock-on, e gravidade. Existem outros estágios extra, e itens de menu, mesmo extra. Por exemplo, o menu de configurações, inicialmente, apenas permite que você tem 3 vidas por o jogo, mas depois desbloqueia permitir 5 ou mesmo 7 vidas (isto é até onde eu fui). A vida extra e armas vêm a calhar em níveis mais tarde, como as rampas de dificuldade. O jogo também vem com “Easy” e “Normal” dificuldades, mas depois é liberado o modo de “Hard“.

Enquanto a contagem de estágio oficial seja de 38, o número possível de níveis para jogar é essencialmente infinita devido as inúmeras possibilidades oferecidas pela evolução.

Outro dos pontos altos do jogo é a trilha sonora, ao mais puro estilo electro, adequa-se 100% à jogabilidade, mas o jogo inclui uma opção de menu “Music” que permite escolher uma música do seu Android e tocar uma música especificamente nível de jogo gerado. Isto significa que quando você voltar a jogar com a mesma canção, você vai ter o mesmo nível. (Note que os níveis na verdade não seguem o ritmo ou batida das músicas, mas são geradas através de programação a partir dos dados da canção.)

Space Invaders Infinity Gene é um esforço incrível da Taito para trazer uma versão nova e moderna de Space Invaders para o Android. A jogabilidade, a possibilidade de evoluir, as música variada e os níveis gerados devem dar a este jogo uma vida útil longa em seu Android.

Monster Hunter

Monster Hunter (vale a pena entrar no site, tem um caçador muito engraçado) é uma franquia de sucesso, uma série de videogames de fantasia que se iniciou com o jogo de mesmo nome para Playstation 2. A série é desenvolvida e publicada pela Capcom.

A série se ramificou em jogos de Playstation Portable, no caso o meu PSP, e um massively multiplayer online game. No Japão, a série Monster Hunter é imensamente popular, com a versão Monster Hunter Freedom (conhecido no Japão como Monster Hunter Portable) e suas sequências, Monster Hunter Freedom 2/Monster Hunter Portable 2 e Monster Hunter Freedom Unite/Monster Hunter Portable 2G vendendo milhões de cópias, e Monster Hunter Tri se tornando o mais vendido jogo de terceiros para Wii no Japão. Existem versões para PC e Xbox, além dos já citados para PSP e PS2.

Como o título sugere, o jogador assume o papel de um caçador de monstros de uma tribo não muito avançada, em um ambiente de fantasia, um mundo repleto de dragões, Wyverns, e outras criaturas gigantes, sua missão é proteger a vila dessas criaturas, caça-las e buscar por matéria prima para criação de todo tipo de equipamento ou item. O enredo é inexistente, mas o ambiente é bem feito, os monstros também.

O ponto mais interessante de Monster Hunter é que você não evolui atributos como num RPG, quem evolui é você com sua experiencia de jogo e para melhorar seu ataque e defesa você tem matar monstros mais fortes e a partir do seu couro, escamas e etc, fazer armas e equipamentos melhores. Existem várias formas de evoluir o personagem e faz com que o jogador procure por muitos materiais para melhorar suas armaduras e suas armas.

Eu mesmo já gastei muito tempo para melhorar minhas armas e armaduras, tenho que ficar muito tempo buscando itens como minério, insetos, plantas, peixes, ossos, partes de monstros, etc. E ainda estou jogando o Monster Hunter Freedom, o primeiro jogo para PSP. E para quem está começando qualquer versão da franquia deve consultar o Monster Hunter Wiki, lá tem tudo, muita informação.

Num mundo habitado por monstros selvagens e criaturas terríveis, os maiores heróis são aqueles que reúnem coragem suficiente para proteger o seu povo. Os Caçadores de Monstros podem reclamar grandes recompensas e elogios pelo seu sacrifício – pelo menos enquanto permanecem vivos, é óbvio!

Olha os monstros, dragões e outras criaturas que temos que enfrentar no mundo de Monster Hunter.

O modo multijogador online é muito maneiro e abre caminho a demandas e inimigos únicos. Ligando-se a rede, utilizando o PSP, podem jogar até quatro (4) jogadores ao mesmo tempo. Trabalhar em equipe e construir armadilhas letais para os monstros mais perigosos ou distrair uma besta titânica enquanto um colega de equipe rouba os seus preciosos ovos são algumas estratégias necessárias.

God of War: Chains of Olympus

Mais um jogo de PSP, God of War: Chains of Olympus é o terceiro título cronológico da série de jogos eletrônicos God of War. O jogo é ação e aventura em terceira pessoa com eventos em tempo rápido, baseado em quebra-cabeças e lutas contra chefes. Outro grande título para o Playstation Portátil.

Como o jogo é bem antigo e é muito bom – vale a pena jogar – vou contar a história do jogo. Tudo começa enquanto Kratos serve aos deuses, sendo enviado para Attica para ajudar a defender a cidade do exército de invasores persas. Após matar o rei persa, muitos de seus soldados e seu monstro de estimação o Basilisk, Kratos observa a queda Sol no céu, mergulhando o mundo em trevas. Kratos luta contra todos em seu caminho na cidade de Marathon na névoa preta de Morpheus, que agora deixa a Terra na escuridão.

Kratos segue para o templo de Hélios e é encarregado pela deusa Athena de encontrar Hélios, o deus sol. Morpheus aproveitou a ausência de Hélios para fez os outros deuses caíssem em um sono profundo. Nosso herói luta incessantemente para salvar o deus sol do titã Atlas, que o raptou. Para isso, recupera o fogo primordial necessário para despertar o fogo cavalos de Hélios, e tem dois encontros com Caronte no rio Estige. Apesar de inicialmente, o vilão derrotar e expulsá-lo de Tártaro, Kratos retorna e destrói Caronte.

Ao encontrar o templo de Perséfone, a rainha do submundo, a Kratos é dada uma escolha – renunciar a seu poder e ficar com sua filha falecida, Calliope, a um alto custo para a humanidade, ou prosseguir com sua missão. Kratos sacrifíca suas armas e seu poder, mas descobre que Perséfone está amargurada por ter sido traída por Zeus e sendo obrigada a permanecer no submundo com seu marido Hades.

Enquanto Kratos estava se tornando um homem mortal mais uma vez, Perséfone aliada ao titã Atlas estava usando o poder de Hélios para destruir o pilar que sustenta o mundo, que também acabaria com o Olímpo. Forçado a abandonar sua filha, Calliope, nosso herói tem de volta seu poder, após ligar Atlas ao pilar que ele tentou destruir (forçando o titã agora segurar o peso do mundo sobre os ombros), e mata Perséfone em combate. Antes de partir, Kratos é avisado por Atlas de que ele se arrependerá de ajudar os deuses.

Montando a carruagem de Hélios volta para o céu e vê o retorno do sol, Kratos então perde a consciência pelo esforço e cai. Kratos, no entanto, é salvo por Athena e Hélios, que retornam ao Olímpo.

Cercado de videos incríveis, cenários sensacionais, monstros sinistros, armas poderosas e muitos inimigos o jogo é muito divertido e gostoso de jogar.

Para o ano que vem, a Sony anunciou o retorno de Kratos ao PSP. God of War: Ghost of Sparta está sendo desenvolvido pela Ready at Dawn, mesma equipe que produziu o ótimo God of War: Chains of Olympus para o console.

Segundo a empresa, o título levará o PSP aos seus limites gráficos e tecnológicos. O jogo será 25% maior que o primeiro e terá poderes e armamentos inéditos.

A trama será posicionada imediatamente após os eventos do primeiro God of War e mostrará a ascensão de Kratos como o Deus da Guerra. A história revelará como o personagem ganhou suas cicatrizes, sua tatuagem e também contará fatos sobre a família do Fantasma de Esparta.