Dia da Toalha

Hoje é o Dia da Toalha. Para quem não sabe, esse dia é uma homenagem a Douglas Adams, autor da saga O Guia do Mochileiro das Galáxias. Escritor e comediante britânico, famoso também por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python’s Flying Circus.

O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS“, que começou como uma série radiofônica que mais tarde, após ser muito modificada e amplificada, foi publicada numa trilogia de romances divida em cinco partes – a primeira que eu já citei seguida de “O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO“, “A VIDA, O UNIVERSO E TUDO MAIS“, “ATÉ LOGO, E OBRIGADO PELOS PEIXES” e “PRATICAMENTE INOFENSIVA“.

A obras de Adams faz lembrar a Enciclopédia Galática proposta por Seldon como subterfúgio para criar a Fundação e que faz lembrar a Wikipédia. “O Guia do Mochileiro das Galáxias substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como “repositório padrão de todo o conhecimento e sabedoria” por dois motivos: 1) É ligeiramente mais barato. 2) Traz impresso na capa, em letras garrafais e amigáveis a frase “NÃO ENTRE EM PÂNICO” (no original em inglês: “DON’T PANIC”)“, Wikipédia.

Símbolo do Guia

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Dia da Toalha

Símbolo do Guia

Hoje é o Dia da Toalha. Para quem não sabe, esse dia é uma homenagem ao escritor e comediante britânico, Douglas Adams, autor da saga O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Quem conhece a saga, sabe que todo mochileiro interestelar pode esquecer qualquer coisa, menos a sua toalha. O Guia diz:

A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth;

Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;

E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc.

Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Dia da Toalha

Hoje é o Dia da Toalha. Para quem não sabe, esse dia é uma homenagem a Douglas Adams, autor da saga O Guia do Mochileiro das Galáxias. Escritor e comediante britânico, famoso também por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python’s Flying Circus.

O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS“, que começou como uma série radiofônica que mais tarde, após ser muito modificada e amplificada, foi publicada numa trilogia de romances divida em cinco partes – a primeira que eu já citei seguida de “O RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO“, “A VIDA, O UNIVERSO E TUDO MAIS“, “ATÉ LOGO, E OBRIGADO PELOS PEIXES” e “PRATICAMENTE INOFENSIVA“.

A obras de Adams faz lembrar a Enciclopédia Galática proposta por Seldon como subterfúgio para criar a Fundação e que faz lembrar a Wikipédia. “O Guia do Mochileiro das Galáxias substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como “repositório padrão de todo o conhecimento e sabedoria” por dois motivos: 1) É ligeiramente mais barato. 2) Traz impresso na capa, em letras garrafais e amigáveis a frase “NÃO ENTRE EM PÂNICO” (no original em inglês: “DON’T PANIC”)“, Wikipédia.

Símbolo do Guia

Meus Livros

Frodo lendo

A imagem do Frodo lendo um livro no Condado é para lembrar que eu vou falar de um livro nesse post (está bem, só escrevi isso para começar o texto). O livro chama-se NIGHT OF THE LIVING TREKKIES e é de autoria de Kevin David Anderson e Sam Stall, dois trekkies (aficionados por Jornada nas Estrelas).

O livro conta de maneira cômica os efeitos de uma epidemia de zumbis em uma convenção de Jornada nas Estrelas. E ainda conta com tiradas fascinantes, bem ao estilo Star Trek. O livro foi lançado nos Estados Unidos pela mesma editora de ORGULHO E PRECONCEITO E ZUMBIS, tudo haver!

Quem não conhece ORGULHO, PRECONCEITO E ZUMBIS, é uma sátira do livro de Jane Austen ORGULHO E PRECONCEITO, de 1813. Considerado um dos grandes romances da língua inglesa, um exemplo primoroso da utilização literária do discurso indireto que revela os costumes ingleses da época ao narrar a epopéia de moças em busca de amor e casamentos vantajosos.

Esta sátira mantém intacto cerca de 85% do texto original da autora britânica, modificando apenas o bastante para que a história se passe em meio a uma violenta praga de mortos-vivos pela Inglaterra.

Acabei falando de outro livro, mas voltando ao livro NIGHT OF THE LIVING TREKKIES. Quem é fã de Jornada nas Estrelas tem que ler esse livro, porque irá encontrar Klingons, Ferengues, Vulcanos, Andorianos, Tellarianos, a Horta, a Princesa Leia. E claro, os zumbis.

Já quem não é fã de Jornada nas Estrelas ou apenas curtiu o novo filme, Star Trek, não irá entender muitas piadas inseridas na história. Mas tem zumbis, de repente ele gostam do livro.

Esse lance de zumbis está virando moda, primeiro vieram os vampiros, depois os lobisomens. Agora é a vez dos zumbis. O livro mostra mortos-vivos comedores de carne humana, como vários filmes e jogos de zumbis.

Para o lançamento do livro foi feito um trailer hilário, dá para imaginar que o livro seja uma ótima comédia.

Nebulosa de Orion

Os telescópios espaciais, da NASASpitzer e Hubble se uniram para expor o caos que as estrelas bebês estão criando à 1.500 anos-luz de distância em uma nuvem cósmica chamada a nebulosa de Orion. Eu já falei algumas vezes sobre a nebulosa de Orion, quando falei da Nebulosa Horsehead e sobre a Reflexão da Nuvem de Poeira de Orion.

A imagem abaixo é uma composição falsa de cor, onde a luz detectada em comprimentos de onda de 0,43, 0,50 e 0,53 microns é azul. Luz em comprimentos de onda de 0,6, 0,65 e 0,91 microns é verde. Luz de 3,6 microns é laranja, e 8,0 microns é vermelho.

Analisando a imagem, este composto notável infravermelho e luz visível indica que quatro estrelas monstruosamente enormes no centro da nuvem podem ser as principais culpadas do caos na constelação de Orion. Clique na imagem para ampliá-la. As estrelas são chamadas coletivamente de Trapézio. A comunidade pode ser identificada como a mancha amarela, perto do centro da imagem.

Redemoinhos de verde em ultravioleta e luz visível, vista do Hubble, revelam hidrogênio e gás de enxofre que devem ter sido aquecido e ionizado pela radiação ultravioleta intensa das estrelas do Trapézio. Uma nota que não tem nada haver com astronomia, mas mesmo assim é interessante. O gás de enxofre pode substituir Viagra, o composto químico pode provocar os mesmos efeitos que o famoso fármaco contra a disfunção eréctil.

Enquanto isso, a visão de infravermelho do Spitzer expõe as moléculas ricas em carbono, chamado de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. Estas moléculas orgânicas foram iluminados pelas estrelas do Trapézio, e são mostrados na composição como fios de vermelho e laranja. Na Terra, os hidrocarbonetos  policíclicos aromáticos são encontrados na torrada queimada e em veículos automotores.

Juntos, os telescópios expõem as estrelas de Orion como um arco-íris de pontos espalhados pela imagem. Os pontos amarelo-alaranjado revelado pelo Spitzer são estrelas realmente jovens enraizada profundamente em um casulo de gás e poeira. O telescópio Hubble mostrou menos estrelas incorporado com manchas de verde, e as estrelas de primeiro plano como pontos azuis.

Os ventos estelares a partir de aglomerados de estrelas recém-nascidas espalhadas por toda a nuvem deixam todas as cristas bem definidas gravadas em cavidades na nebulosa de Orion. A grande cavidade perto da direita da imagem foi provavelmente esculpida pelos ventos das estrelas do Trapézio.


Johannes Hevelius chamou a constelação de Orion, em Uranographia, seu catálogo celestes em 1690.

Localizado a 1.500 anos-luz de distância da Terra, a nebulosa de Orion é o ponto mais brilhante da espada de Orion, ou a constelação do “Caçador”. A nuvem cósmica é também mais próxima da nossa fábrica de formação de estrelas massivas, e os astrônomos acreditam que ele contém mais de 1.000 estrelas jovens.

Na mitologia, Orion era filho de Poseidon, o Deus dos mares, com uma mortal, sendo assim tinha grandes habilidades para a caça e um vasto conhecimento, porém não era considerado um Deus. Orion era um gigante caçador, amado por Artemis, com quem quase se casou. Após ser morto foi colocado como constelação no céu, a conhecida constelação de Orion que fica perto da constelação do seu amigo Sirius conhecida como estrela sirius.

A constelação de Orion é uma visão familiar no céu da noite de inverno no hemisfério norte. A nebulosa é invisível a olho nu, mas pode ser vista com binóculos ou pequenos telescópios.

Observação: Meu amigo NerdVader, do site GrandeBlah!, comentou que é possível ver as estrelas do Trapézio de Órion “nuas” no infra-vermelho, no Astronomia na Web.