Intrigantemente Quântico

Física quântica, um nome tão intrigante quanto o que ele representa. A palavra “quântica” (do Latim, quantum) quer dizer quantidade. Refere-se a uma unidade discreta que a teoria quântica atribui a certas quantidades físicas. Um ramo fundamental da física com vasta aplicação, a Mecânica Quântica estuda sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos.

A física quântica contém mistérios capazes de surpreender até mesmo as mentes mais criativas. E indica que partículas subatômicas, como o elétron, atua como onda em determinadas condições, e se comporta como partícula em outras. Esta propriedade é denominada dualidade onda-corpúsculo.Segundo o Wikipédia, “a dualidade partícula-onda foi enunciada pela primeira vez, em 1924, pelo físico francês Louis-Victor de Broglie.

Outro ponto abordado pela mecânica quântica, O princípio da incerteza de Heisenberg, “formulado inicialmente em 1927 por Werner Heisenberg, impondo restrições à precisão com que se podem efetuar medidas simultâneas de uma classe de pares de observáveis em nível subatômico.” Que, em resumo, quer dizer que na escala quântica ao se medir a velocidade de uma partícula com precisão, a posição dessa partícula não seria totalmente previsível. O mesmo acontece ao contrário, ao saber com precisão a posição de uma partícula, sua velocidade não será totalmente previsível.

Nos dois casos o olhar do observador interfere no que está sendo observado. Vemos muitos questionamentos sobre o que é realidade, tanto na física quanto na filosofia. O que é real? Será que é o que vemos? É o que interpretamos? Como percebemos a realidade?

Albert Einsten disse certa vez que “Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual!” Então vamos pensar fora da caixa, vamos mudar nosso olhar. Porque do mesmo jeito que nosso olhar pode interferir no que observamos, o que vemos pode mudar o que somos. Então vamos fazer diferente, vamos fazer a diferença!

Veja as coisas de uma forma diferente que essa diferença pode mudar você.

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Nada de novo

Outro dia eu falei sobre Nada, as várias facetas do nada, o vazio, o zero, o vácuo, o …

O nada é conceitual, ele existe mesmo? A física quântica deixa muita gente confusa quando afirma que é impossível existir o nada absoluto: o espaço vazio puro. A constatação de que o vácuo possui uma energia própria, porém, já foi provada experimentalmente, e só não percebemos isso no dia a dia porque essa energia é muito pequena. Para entende o quão pequeno é, a física quântica trata de dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos.

E é aí que vem a novidade interessante, uma dupla de teóricos brasileiros, porém, acaba de descobrir um modo de fazer com que a energia do vácuo aumente sem controle, num fenômeno de alta violência.

A ideia, descrita em um artigo de Daniel Vanzella e William Lima, do Instituto de Física de São Carlos, conquistou espaço na revista Physical Review Letters, uma das mais disputadas da área. No trabalho, a dupla descreve como retirou essa energia do vácuo quântico utilizando a gravidade.

Gravidade, eletromagnetismo, a força nuclear fraca, e a força forte, as quatro interações que cada fenômeno físico observado, desde uma colisão de galáxias até quarks agitando-se dentro de um próton.

E a gravidade é força de atração que os físicos consideram fraca. Por isso é que o trabalho dos brasileiros chamaram tanta atenção ao misturar o vácuo quântico com a gravidade.

O que eles fizeram foi aplicar as equações da energia do vácuo a um espaço onde a gravidade é fortíssima: uma estrela de nêutrons. É um tipo de astro extremamente compacto. Se uma estrela com duas vezes a massa do Sol fosse prensada até ficar com um centésimo de milésimo do tamanho, meros 25 km de diâmetro, ela seria uma estrela de nêutrons.

Por fim, mostraram que a gravidade perto de um objeto desses iria interagir com o vácuo de forma tão violenta que campos de energia extremamente fracos seriam amplificados exponencialmente. Uma vez com o resultado nas mãos, porém, os físicos se perguntaram que tipo de energia contida no vácuo poderia sofrer essa explosão.

Os físicos verificaram que o eletromagnetismo, o tipo de energia cuja forma mais conhecida é a luz, não seria afetado pela gravidade de uma estrela de nêutrons da forma brutal como os físicos previam.

Essa energia não serviria para iluminar cidades ou mover carros, mas pode ajudar a entender alguns dos pontos mais obscuros da física moderna, a energia escura. E entendê-la é o maior desafio da cosmologia, força que faz o Universo se expandir aceleradamente. Físicos não sabem dizer por que o Big Bang, a explosão que deu origem ao cosmo, não está desacelerando, o que seria de esperar – já que a gravidade das galáxias as atrai umas às outras. Já se postulou até a existência de tipos de campo de força desconhecidos para tentar explicar a energia escura, mas sem sucesso.

Ainda é muito especulativo ainda, mas se o efeito verificada realmente se manifestar no caso eletromagnético em contexto cosmológico, seria uma possível explicação para a energia escura. A teoria chegará a algum tipo de previsão que pode ser colocada sob teste em observações astrofísicas num futuro próximo.

Fonte: Folha.com

Tempo

Quanto tempo de vida nós temos? O post de ontem mostrei um video da mosca que tinha um minuto de vida. Pensando nisso, resolvi ver quanto tempo temos de vida, o ser humano, a humanidade, a Terra, nosso Sol, o Universo. Qual seria o ser ou a matéria com o menor tempo de vida?

As tartarugas Marion, das ilhas Seychelles, no oceano Índico, detêm o recorde de longevidade entre os animais: 152 anos de idade. O mamífero de vida mais longa é o homem. O homem mais velho do mundo, é Henry Allingham, superou todas as expectativas e já chegou à casa dos 113 anos. Depois, vem o elefante asiático, com 78 anos.

As moscas, como a do desenho, tem o ciclo de vida de 25 a 30 dias. E as drosófilas (moscas de banana) durante somente 24 horas, porque o seu metabolismo é super rápido.

A idade da Terra é de aproximadamente 4,56 bilhões de anos, mas como foi calculado isso? O calculo foi feito a partir da relação entre dois isótopos de chumbo formados pela decomposição de isótopos de urânio. Uma explicação rápida, os isótopos átomos com o mesmo número atômico e diferentes números de massa de uma série de elementos químicos, como o urânio, se decompõem e produzem outras substâncias pela emissão de partículas ou radiações. O tempo necessário à decomposição de metade da massa radioativa desses elementos é chamada meia-vida. Conhecendo as quantidades dos elementos radioativos e do material deles derivados, calcula-se a idade de um mineral. Esse método chama-se datação radiativa. Assim, a idade da Terra aproximadamente 4,56 bilhões de anos foi determinada a partir da relação entre dois isótopos de chumbo formados pela decomposição de isótopos de urânio.

Então temos átomos vivendo milhões de anos, apesar de meia-vida ser diferente de vida média. A vida média é a média aritmética do tempo de vida de todos os átomos de uma determinada massa deste isótopo. Então, a meia-vida do carbono-14 é de aproximadamente 5.730 anos enquanto a sua vida-média é de aproximadamente 8.200 anos. Como vive esse carbono. Por falar nisso tem uma história interessante sobre o carbono: Crônica de um Carbono Ancião.

Voltando ao tempo de vida, o Sol formou-se cerca de 4,57 bilhões (4,567 mil milhões) de anos atrás quando uma nuvem molecular entrou em colapso. E ele ainda tem cerca de 5 bilhões até explidir e se tornar uma gigante vermelha e como tal existirá por cerca de 100 milhões de anos, quando então o hélio no núcleo solar esgotará. Ele se tornará uma anã branca com metade da massa atual (com o diâmetro da Terra) por bilhões de anos. Hei, eu já falei sobre o Sol, Outro Sol.

Repetindo imagem? Que coisa feia.
Mas até que combina com tempo, ciclo de vida.

O nosso universo tem aproximandamente 13.7 bilhões de anos, e não sei precisar quanto tempo durará, mas receio que seja muito tempo, muito tempo mesmo!

Mas o que existe por muito pouco tempo? As drosófilas vivem por um dia, mas existem outros elementos que vivem muito pouco, mais muito pouco mesmo. Os bósons, alguns vivem 10-25 segundos. Que faz parte das partícula elementares. Elementar meu caro Watson.

O tempo, a existência, a complexidade do existir no espaço e no tempo. “A concepção comum de tempo é indicada por intervalos ou períodos de duração. Por influência da teoria da relatividade idealizada pelo Físico Albert Einstein, o tempo vem sendo considerado como uma quarta dimensão do Continuum espaço-tempo do Universo, que possui três dimensões espaciais e uma temporal.” (Wikipédia)

Uma ilusão. A distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão.” (Albert Einstein)

Insignificante imensidão

Todos os dias eu acordo e luto para me sentir bem, seguro e feliz. A segurança que tinhamos quando estávamos na barriga de nossa mãe. Essa segurança nunca mais existirá. Saímos para o mundo. Um mundo com letra minúscula, quando somos criança vemos o mundo só nosso, onde somos rei. Assim era a humanidade no seu início.

Os primeiros homens na Terra tinham uma visão de mundo onde eles eram

centro das atenções. E seus Deuses, assim como nossos pais cuidavam de nós. A medida que crescemos vemos que nossos pais são como nós e que um dia seremos como eles. A humanidade creceu e entendeu que não eram divindades que faziam o Sol nascer, as plantas crescerem, a chuva cair e outros fenômios da natureza. Começamos a ver um mundo maior, enxergamos mais longe.

A humanidade descobre que a Terra é imensa, aprendemos na escola que a Terra é redonda. Parece simples, tudo é simples depois de explicado, mas achar a explicação e comprovar é mais complicado. Depois olhamos para o céu e descobrimos que o céu imenso, infinito ou quase isso. Outro fato simples difícil de se comprovar, principalmente quando alguns não querem que aceitar que não somos mais o centro das atenções. Que não somos mais o centro do universo.

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Descobrimos que perante a uma Terra imensa não somos muita coisa e perante a esse universo infinitamente grande somos menos ainda. Tudo é tão imenso que resolvemos olhar para dentro, e encontramos um mundo minúsculo, porém cheio de vida. E quanto mais para dentro, quanto menor mais complicado e mais difícil de ver.

Vemos o macro e o micro e percebemos que a segurança que tinhamos antes nunca mais teremos. A humanidade está crescendo descobrindo novas galáxias, novos planetas quem sabe um dia novos seres. Estamos descobrindo cada vez mais sobre nossas origens e entendendo melhor quem nós somos.

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Seremos sempre insignificantemente únicos, magnificamente simples e parte de tudo isso. Sendo assim somos parte de uma família, que faz parte de uma cidade, que faz parte de um país, que faz parte do planeta Terra, que faz parte do Sistema Solar, que faz parte da Via Láctea, que faz parte do universo, que faz parte de uma coleção de universos. E somos como uma coleção de universos para nossos orgão, nossas células, nossas moléculas, nossos átomos e nossas partículas elementares.

multiversoColocando tudo em números, somos individualmente, constituído por 10 trilhões de células, e mais 90 trilhões de células de microrganismos que vivem em simbiose com o nosso organismo. Temos um número aproximado de 1.76 x 1014 moléculas, sendo que 87% é composto de oxigênio e hidrogênio. E temos no nosso corpo, aproximadamente, 6.71 x 1027 átomos, fonte The Foresight Institute.

Somos, segundo alguns dados do IBGE em junho de 2006, existia 6.800.000.000 de possoas, quase 7 bilhões de pessoas no mundo. De acordo com projeções populacionais, este valor continua a crescer a um ritmo sem precedentes antes do século XX. Aproximadamente um quinto de todos os humanos dos últimos seis mil anos estão vivos actualmente.

Existem entre 200 bilhões e 400 bilhões de estrelas na Via Láctea. Temos nada menos que 100 bilhões de galáxias no universo, quase 100 bilhões de trilhões de estrelas. E quantos universos exitem? Pode chegar ao infinito.

O número, aproximado, de átomos do universo está em torno de 1080. Somos parte disso, somos isso. Somos muito, somos nada, somos tudo, somos o todo.

Filosofia de gaveta

Espere veneno da água parada.” Disse certa vez, William Blake. E o veneno em forma de pensamento trazendo uma negatividade, mantendo a inércia que mesmo em movimento não produz nada. Apenas dor.

Olhando o homem diante do Universo não é nada, ao mesmo tempo somos uma consciência viva que o vê. Mesmo vendo, assistindo, estudando, analisando ou passando pelo Universo de um maneira tendenciosa, deturpada e muitas vezes falsa. Somos parte do todo, mesmo que breve.

Viver o presente como se não houvesse amanhã, viver a vida? Ou pensar no futuro, trabalhar para um futuro melhor? Deepak Chopra, disse: “Imagine por um momento a sua própria versão de um futuro perfeito. Veja-se nesse futuro, com tudo o que você poderia desejar para que esse momento te satisfaça. Agora pegue a lembrança desse futuro e traga-o para o presente. Veja como essa influência vai fazer você se comportar a partir deste momento.

Frases podem influenciar muito, palavras tem um poder incrível? Ou a fé ou o desejo de acreditar nos fazer querer mudar? Dalai Lama, disse “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem-se do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.

O pensamento oriental exige que devemos nos adaptar para viver melhor. Como é o pensamento ocidental? “Daqui vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez. Portanto livre-se das amarras. Navegue longe dos portos seguros. Pegue os ventos da aventura em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.” Disse Mark Twain.

O futuro não é o que tememos. É o que ousamos.” Falou, certa vez, Carlos Lacerda. Ousadia, desafio, movimento. O ocidente busca sempre o confronto direto, o oriente busca a imobilidade, a sabedoria através do auto-conhecimento. O que é certo o que é errado? Para mim, o meio termo.

Quando se desce um rio com corredeiras não devemos lutar contra o rio, nem deixar que o rio nos leve. O certo é saber quando se deixar levar e quando corrigir o curso. A Arte da Guerra está em saber lutar e não lutar.

Pensamentos

Um dia fui até onde ninguém queria ir. Andei, andei, corri, cai, e novamente antei por caminhos perigosos, trilhas fechadas, matas densas. Desertos quentes durante o dia e gelados à noite. Atravei mares e lagos, geleiras e rios. Enfrentei calor, entrentei o frio extremo.

Quando cheguei percebi porque ninguém queria ir, não havia nada. Mais importante que isso foi descobrir que valeu a pena ir até lá. Porque o caminho percorrido tinha as mais variadas paisagens,era lindo. As cores, as formas, os sons, as luzes, os odores e os sabores, a experiência da jornada. Às vezes não percebemos onde está o que realmente importa, ou apenas o que realmente importa.

Retrospectiva 2009

Tudo bem que já estamos em 2010, mas eu quero começar o ano lembrando das boas notícias do ano passado para que esse ano seja tão bom quando e de preferência melhor o ano passado.

O fu2re nasceu em abril de 2009 citando Sun Tzu e sua obra A arte da guerra. Coloquei, no menu lateral, links para vários assuntos como divisões por categoria (Divisões); os links para outras páginas do blog que falam de vários assuntos, mas principalmente sobre nosso sistema solar (Possibilidades); links de outros blogs e outros sites (Recomendações e Conexões); e a nuvem de tags (Nuvem).

Nesse mês escrevi sobre de Matemática, falei de Números; escrevi sobre Go, um jogo milenar muito interessante e intrigante; falei do meu PSP; escrevi sobre Jogos brasileiros; e como foi aniversário do Meu Pai, falei sobre ele.

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Em maio, falei bastante de Jornada nas Estrelas, falei da série Original, e de todas as outras séries; escrevi sobre Astronomia, um exemplo foi a NGC 7293 – Nebulosa Helix; falei e continuo falando dos Meus Livros; falei sobre o Infinito, sobre o Átomo, sobre o Multiverso, e sobre o que Não existe; falei sobre a Luz; escrevi sobre grandes artistas; falei de mais jogos, Homeworld, e ainda tirei Onda; e falei do meu Filho, pois foi aniversário dele.

Já em junho, falei de Entrelaçamento quântico; escrevi sobre Arquitetura, falei sobre Dimensões; falei sobre Meus Livros, afinal são muitos livros; escrevi sobre o Neurônio e falei de Filosofia; mostrei meus Desenhos.

Foi um mês cheio de posts. Escrevi sobre o Tesla; fui assistir a Star Trek; escrevi sobre o Elementar, o Eterno e o Nada; e falei da minha mulher, Dan, pois foi seu aniversário.

No mês de julho, não foi diferente, escrevi sobre Bolhas de sabão no espaço, falei sobre Minhas músicas; recordamos a viagem do homem à Lua – Moonshot; falei sobre mais dos Meus Livros; sobre Coca-Cola e Hidrogênio; e mostrei mais Desenhos.

Em Agosto, fui mais calado, falei pouco. Falei sobre os Meus Livros, sobre o Dia dos Pais e sobre Curiosidades em geral; e falei, também, sobre Beisebol, um esporte que eu gosto muito, mas é pouco conhecido por aqui.

Setembro foi um mês com mais posts sobre beisebol, postei um vídeo mostrando como são feitas as bolas. Falei sobre a Física do Beisebol; escrevi sobre Idéias e invenções; falei sobre o futuro, sobre a Tecnologia e falei sobre os Raios;  escrevi sobre Final Fantasy, mais que uma série de jogos.

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Depois de ver essa imagem, fica claro que o mês de Outubro foi o mês da Cerveja. Um mês de mais beisebol, com vários vídeos mostrando com são feitos os tacos e as luvas. Falei de Astronomia – Galáxia do Rodamoinho;  falei sobre mais Idéias; escrevi sobre Filosofia e Física, em Somos Partículas; falei sobre o Grande Colisor de Hádrons, falei sobre Marte e Sandman; escrevi sobre a vitória do Rio como a cidade das Olímpiadas de 2014, em o Rio Olímpico.

Novembro, mês do meu aniversário, falei sobre vários assuntos Astronomia, Física, Filosofia, História, Literatura, Matemática e Música; escrevi sobre a Memória; e falei sobre o Nano, micro, tudo muito pequeno.

O ano foi chegando ao fim e já estamos em Dezembro. Um mês de muitas festas, a vitória do Flamengo, somos Hexa. Falei do nosso Sistema Solar; e fechei o anos falando do Googolplexianth.

Foi um ano muito divertido e eu gostei muito, quero aproveitar o que houve de melhor no ano passado e fazer outras ainda melhores.