Escala do Universo

TSOTU

Depois de uma eternidade parado, um post bem interessante. O trabalho de Cary Huang nesse site que mostra a Escala do Universo desde o possível tamanho do Universo até a menor unidade de tamanho conhecida. Do micro ao macro numa intrigante animação em Flash. Existem outras trabalhos feito em Flash, em HTWINS.

Por falar em Flash, o Flash, super herói da DC Comics, é na verdade um nome compartilhado por diversos super-heróis. Criado pelo escritor Gardner Fox e pelo artista Harry Lampert, o Flash original estreou em Flash Comics #1 (1940).

1940, ano que Franklin Delano Roosevelt é reeleito pela terceira vez presidente dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. E é também ano que a ciência observou ou predisse os elementos químicos Astato, Neptúnio e Plutônio.

O plutônio – em homenagem ao corpo celeste Plutão – é um elemento químico representado pelo símbolo Pu e de número atómico igual a 94 (94 prótons e 94 elétrons).

E Plutão que é formalmente designado como 134340 Plutão, é um planeta anão do Sistema Solar e o décimo objeto mais massivo observado diretamente orbitando o Sol. Originalmente classificado como um planeta, Plutão é atualmente o maior membro do cinturão de Kuiper.

Você deve estar “plutão” da vida, ou perdido com as ligações desse post. É tudo uma viagem e uma paródia. Eu tive essa inspiração assistindo ao vídeo dos Porta dos Fundos. Assista para entender.

Califórnia

“Garota, eu vou pra Califórnia
Viver a vida sobre as ondas…”

“O vento beija meus cabelos
As ondas lambem minhas pernas
O sol abraça o meu corpo
Meu coração canta feliz”

“Eu dou a volta, pulo o muro
Mergulho no escuro, salto de banda
Na Califórnia é diferente, irmão
É muito mais do que um sonho”

“E a vida passa lentamente
E a gente vai tão de repente
Tão de repente que não sente
Saudades do que já passou.”
Lulu Santos

Céu

As nuvens e o céu ambos mostram as mudanças de iluminação durante esse lapso de tempo desse vídeo do sul da Austrália. Em primeiro plano estão cenas ao longo de um rochoso litoral em direção ao Oceano Antártico. Na primeira seqüência, olhando em direção ao sudoeste, uma faixa quase vertical de luz zodiacal é vista ao pôr do sol pouco antes que uma parte da Via Láctea apareça próxima ao mar. É possível ver o Cruzeiro do Sul, Orion pode ser visto aparecendo quase perpendicular ao hemisfério Norte.

O vídeo foi o vencedor de um concurso de astrofotografia, recebendo o prêmio STARMUS, levou mais de um ano para compilar, entre 2009 e 2010, sendo mais de 30 horas de exposição.

Mais um enigma desvendado

Os confins do nosso Sistema Solar têm uma zona de turbulência repleta de “bolhas” magnéticas, revelam observações realizadas pelas sondas Voyager.

As informações coletadas na borda do nosso sistema solar revelam que existe uma espécie de espuma de bolhas, quase como um escudo, e determinaram que o campo magnético solar mede aproximadamente 160 milhões de quilômetros de largura. Para se ter uma ideia, essa é quase a distância da Terra ao Sol.

As “bolhas” magnéticas se formam quando as linhas curvas do campo magnético se reorganizam. O novo modelo informático mostra que as linhas se quebraram para formar “bolhas” desconectadas do campo magnético do Sol.

As sondas Voyager se encontram a cerca de 160 bilhões de quilômetros da Terra. A Voyager 1 entrou na zona de “espuma” em 2007, e a Voyager 2 um ano depois. A princípio, os pesquisadores não entendiam o que significam os sinais captados – mas agora acreditam ter compreendido.

O achado é, no mínimo, inesperado. A maioria das teorias sobre o campo magnético previa que este deveria se curvar em arcos, dobrando-se e voltando ao Sol. Agora cabe aos cientistas continuar coletando dados para refinar o novo modelo de bolhas.

Monstro solitário

Astrônomos do Observatório Sul Europeu – em inglês European Southern Observatory, ESO – encontraram um monstro solitário, uma estrela extraordinariamente brilhante encontrada na Grande Nuvem de Magalhães, pequena galáxia próxima da Via Láctea. Mas, ao contrário de todas as outras superestrelas conhecidas, a VFTS 682 não está em um aglomerado, brilhando em um esplendor solitário.

Na mesma Grande Nuvem de Magalhães onde se encontrou a Estrela Parruda, batizada de RMC 136a1, descobriram o que se acredita ser a estrela de maior massa do universo, a massa atual do astro é 265 vezes maior que a do Sol e a luminosidade cerca de 10 milhões de vezes mais intensa.

O isolamento da superestrela que possui 150 vezes a massa do Sol e 3 milhões de vezes mais brilhante – bem menor e menos intensa que a RMC 136a1 – está intrigando os cientistas, que não sabem se ela se formou sozinha ou foi expulsa de um aglomerado em uma batalha gravitacional com outras estrelas.

Ela está em um rico berçário estelar, uma gigantesca nuvem de gás, poeira e jovens estrelas que é uma das regiões onde mais se formam estrelas no grupo local de galáxias ao qual pertence a Via Láctea. Onde foi vista pela primeira vez em um levantamento das estrelas mais brilhantes na região da Nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães.

Estudos mostraram que ela é muito mais brilhante do que aparenta, pois grande parte de sua energia estaria sendo absorvida e espalhada pelas nuvens de gás e poeira entre ela e a Terra. Pesquisas em infravermelho indicaram que a superestrela também é muito quente, com uma temperatura de 50 mil graus Celsius.

NGC 3582

Imagens capturadas pelo supertelescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), no Chile, mostram detalhes da nebulosa NGC 3582, considerada por astrônomos um berçário e, ao mesmo tempo, um cemitério de estrelas.

As imagens mostram a posição da nebulosa vista da Terra. Algumas das estrelas em formação em nebulosas como esta são mais pesadas do que o Sol. Estas estrelas monstruosas emitem energia em um raio extraordinário e possuem um vida curta, que acaba em explosões como supernovas. O material ejetado destes fenômenos dramáticos cria bolhas no gás e poeira de seu entorno.

Ao mesmo tempo, a radiação de estrelas jovens ioniza o gás, dando-lhe o brilho característico.

NGC 3582 – clique e veja a imagem em tamanho 4.000 × 3.961 pixels.

Localizada a 10 mil anos luz, a nebulosa NGC 3582 faz parte de uma região vasta de formação de estrelas na Via Láctea, chamada RCW 57, próxima ao plano central de nossa galáxia e ao sul da constelação de Carina (Quilha do navio Argo de Jasão).

Fonte: BBC.