Escala do Universo

TSOTU

Depois de uma eternidade parado, um post bem interessante. O trabalho de Cary Huang nesse site que mostra a Escala do Universo desde o possível tamanho do Universo até a menor unidade de tamanho conhecida. Do micro ao macro numa intrigante animação em Flash. Existem outras trabalhos feito em Flash, em HTWINS.

Por falar em Flash, o Flash, super herói da DC Comics, é na verdade um nome compartilhado por diversos super-heróis. Criado pelo escritor Gardner Fox e pelo artista Harry Lampert, o Flash original estreou em Flash Comics #1 (1940).

1940, ano que Franklin Delano Roosevelt é reeleito pela terceira vez presidente dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. E é também ano que a ciência observou ou predisse os elementos químicos Astato, Neptúnio e Plutônio.

O plutônio – em homenagem ao corpo celeste Plutão – é um elemento químico representado pelo símbolo Pu e de número atómico igual a 94 (94 prótons e 94 elétrons).

E Plutão que é formalmente designado como 134340 Plutão, é um planeta anão do Sistema Solar e o décimo objeto mais massivo observado diretamente orbitando o Sol. Originalmente classificado como um planeta, Plutão é atualmente o maior membro do cinturão de Kuiper.

Você deve estar “plutão” da vida, ou perdido com as ligações desse post. É tudo uma viagem e uma paródia. Eu tive essa inspiração assistindo ao vídeo dos Porta dos Fundos. Assista para entender.

E aê? Einstein estava errado?

E aê? Einstein estava errado? Gostei do que o escritor Douglas Adams escreveu em O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS: “Nada no Universo ultrapassa a velocidade da luz. A única exceção são as más notícias, que obedecem a leis próprias“. Mas tem uns cientistas que discordam de teoria.

Pior que isso, discordam de um dos principais postulados da Teoria da Relatividade Especial, a de que nada pode viajar mais depressa do que a luz. Os cientistas estão pondo em xeque a Teoria da Relatividade Especial, de Albert Einstein.

Sério, um grupo do Cern anunciou ter flagrado neutrinos, um tipo de partícula subatômica quase sem massa e pouco interativa, ultrapassando o limite de velocidade do Universo. Caso a experiência seja comprovada, isso exigirá a revisão de grande parte da física moderna.

Os dados foram obtidos de um detector de partículas de 1,8 mil toneladas instalado no laboratório subterrâneo italiano de Gran Sasso. Batizado Opera, o equipamento detecta um feixe de neutrinos lançados pelas experiências no Grande Colisor de Hádrons (LHC), acelerador de partículas do Cern, a cerca de 730 quilômetros de distância. Chegou lá 60 bilionésimos de segundo mais adiantado do que a luz.

Parece pouco, mas esse tanto pode derrubar um dos principais conceitos da Física Moderna. Vamos ver se eles estão certos ou não.

Por enquanto, reservem suas passagens para viajar no tempo, porque novas terias poderão surgir, e nessa brincadeira as viagens estão de volta. Lembram do post que eu falava Acabaram as Viagens no Tempo? Pois bem, elas estão de volta. Até outros cientistas analisarem os dados coletados e darem o veredito final sobre o assunto.

Mais um enigma desvendado

Os confins do nosso Sistema Solar têm uma zona de turbulência repleta de “bolhas” magnéticas, revelam observações realizadas pelas sondas Voyager.

As informações coletadas na borda do nosso sistema solar revelam que existe uma espécie de espuma de bolhas, quase como um escudo, e determinaram que o campo magnético solar mede aproximadamente 160 milhões de quilômetros de largura. Para se ter uma ideia, essa é quase a distância da Terra ao Sol.

As “bolhas” magnéticas se formam quando as linhas curvas do campo magnético se reorganizam. O novo modelo informático mostra que as linhas se quebraram para formar “bolhas” desconectadas do campo magnético do Sol.

As sondas Voyager se encontram a cerca de 160 bilhões de quilômetros da Terra. A Voyager 1 entrou na zona de “espuma” em 2007, e a Voyager 2 um ano depois. A princípio, os pesquisadores não entendiam o que significam os sinais captados – mas agora acreditam ter compreendido.

O achado é, no mínimo, inesperado. A maioria das teorias sobre o campo magnético previa que este deveria se curvar em arcos, dobrando-se e voltando ao Sol. Agora cabe aos cientistas continuar coletando dados para refinar o novo modelo de bolhas.