Slower Speed of Light

Slower Speed of Light é um pequeno jogo grátis feito pelo MIT Game Lab. Visualmente demonstra os efeitos da relatividade. No jogo, você anda na primeira pessoa e deve pegar orbs que retardam a velocidade da luz, o efeito começa como uma caminhada normal se aproximando cada vez mais perto velocidade da luz. Quando você se mover mais rápido – ou mais lento de luz – as cores começam a se transformar como as invisíveis mudanças no espectro visível, até que finalmente os próprios tempo e espaço começam a dobrar. O jogo é muito esquisito, mas baseado em física real.

Os Neutrinos polêmicos continuam

A polêmica continua, os cientistas que verificaram que partículas que viajaram mais rápido do que a luz refizeram os experimentos com neutrinos e verificaram que a anomalia se mantém. Os teste foram feitos no entre o Cern, em Genebra, e Gran Sasso, em Roma.

Agora, os cientistas do grupo se sentem confiantes o suficiente para submeter o resultado à publicação num periódico científico. “Entre os que assinarão o artigo científico está Luca Stanco, do Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália. Stanco integrava um conjunto de 15 cientistas do grupo Opera (o responsável pelas observações) que tinha se recusado a associar seu nome aos achados antes, por acreditar que poderia haver um erro de metodologia no trabalho.” Segundo a Folha.com.

Por outro lado, os cientistas do Icarus, outro projeto do Gran Sasso, agora argumentam que suas mensurações da energia dos neutrinos contradizem a leitura dos colegas. Com base em estudos recentemente publicados por dois importantes físicos norte-americanos, que os neutrinos transmitidos do Cern, teriam perdido a maior parte de sua energia se tivessem se deslocado a velocidade superior à da luz, mesmo que por margem ínfima.

E os cientistas do Icarus complementaram dizendo que o feixe de neutrinos testado por seus equipamentos registrou um espectro de energia correspondente ao que deveria exibir caso as partículas estivessem se deslocando no máximo à velocidade da luz.

Quem está com a razão? Lembrando que os resultados dos cientistas do grupo Opera derruba um dos principais conceitos da Física Moderna, proposto por Einstein: o de que nada se mova mais rápido que a luz. Para ele, o limite de velocidade cósmico de 300 mil km/s teria uma resistência quase intransponível a ser quebrado. Os objetos que se aproximassem dele ficariam cada vez mais maciços, até se aproximar de uma massa infinita – impossível de existir.

E aê? Einstein estava errado?

E aê? Einstein estava errado? Gostei do que o escritor Douglas Adams escreveu em O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS: “Nada no Universo ultrapassa a velocidade da luz. A única exceção são as más notícias, que obedecem a leis próprias“. Mas tem uns cientistas que discordam de teoria.

Pior que isso, discordam de um dos principais postulados da Teoria da Relatividade Especial, a de que nada pode viajar mais depressa do que a luz. Os cientistas estão pondo em xeque a Teoria da Relatividade Especial, de Albert Einstein.

Sério, um grupo do Cern anunciou ter flagrado neutrinos, um tipo de partícula subatômica quase sem massa e pouco interativa, ultrapassando o limite de velocidade do Universo. Caso a experiência seja comprovada, isso exigirá a revisão de grande parte da física moderna.

Os dados foram obtidos de um detector de partículas de 1,8 mil toneladas instalado no laboratório subterrâneo italiano de Gran Sasso. Batizado Opera, o equipamento detecta um feixe de neutrinos lançados pelas experiências no Grande Colisor de Hádrons (LHC), acelerador de partículas do Cern, a cerca de 730 quilômetros de distância. Chegou lá 60 bilionésimos de segundo mais adiantado do que a luz.

Parece pouco, mas esse tanto pode derrubar um dos principais conceitos da Física Moderna. Vamos ver se eles estão certos ou não.

Por enquanto, reservem suas passagens para viajar no tempo, porque novas terias poderão surgir, e nessa brincadeira as viagens estão de volta. Lembram do post que eu falava Acabaram as Viagens no Tempo? Pois bem, elas estão de volta. Até outros cientistas analisarem os dados coletados e darem o veredito final sobre o assunto.

Acabaram as Viagens no Tempo

Pois é, aquela viagem no tempo e no espaço já era. Se você queria montar uma máquina do tempo em um DeLorean ou voltar para tentar matar o Exterminador do Futuro, pode tirar o “elétronzinho do átomo.”

Agora só mesmo nas histórias de ficção científica. Porque na vida real, Du Shengwang, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, provou que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz – já dizia Albert Einstein, em sua teoria, Teoria Especial da Relatividade de 1905.

A idéia da possibilidade de se viajar no tempo, na vida real, surgiu cerca de dez anos atrás, quando cientistas descobriram a propagação superluminal (mais rápida que a luz) de pulsos óticos em alguns meios específicos. Mais tarde ficou provado que o fato era na verdade um fenômeno visual, mas os pesquisadores ainda defenderam que um único fóton poderia superar a velocidade da luz. Que pena!

Então, Shengwang decidiu encerrar a discussão acadêmica e provar que as conclusões de Einstein estavam corretas medindo a velocidade de um único fóton. Mais uma vez Einstein acertou e Shengwang encerrou o debate sobre a verdadeira velocidade de informação transportada por um único fóton. Acabando, de vez, com nossa viagem no tempo.

O estudo foi publicado na revista científica Physical Review Letters.

Fonte: O Globo.

O Enorme e o Minúsculo

Encontrei esses videos de um programa da National Geographic, Known Universe – The Biggest and The Smallest (Universo Conhecido – O Enorme e o Minúsculo).

Desde o enorme Universo em que vivemos até os minúsculos átomos que fazem os blocos de construção de tudo a nossa volta, o tamanho importa para entender o cosmos. Começando com o nosso Sistema Solar, os videos vão explorar o verdadeiro significado da palavra “grande“. As probabilidades são que você viu no modelo do Sistema Solar feito na escola. Com uma CGI incrivelmente realista, vamos revelar como esse modelo, se construído em escala, não vai caber dentro de um campo de futebol (americano), muito menos em uma sala de aula.

É o programa completo (em inglês), 60 minutos, dividos em 5 partes. É um pouco grande, mas vale muito a pena!





Nebulosa Rosette

Nebulosa Rosette, um berçário estelar a cerca de 5.000 anos-luz da Terra, na constelação de Monoceros, e grupos de estrelas em vários estágios de desenvolvimento.

A imagem divulgada pela agência espacial norte-americana Nasa, obtida pelo Observatório Espacial Herschel, é formada por dados de radiação infravermelha emitida por poeira cósmica.

As manchas brilhantes contêm estrelas em estágio embrionário, que devem crescer atingindo uma massa dez vezes maior que a do sol. Os pequenos ponto próximo ao centro da imagem são embriões estelares de massa menor. E a nebulosa Rosette propriamente dita e seu grupo próprio de estrelas está localizada à direita na imagem.