Para Falar de Nada

Acabei de ler um artigo na Folha de São Paulo, do físico Marcelo Gleiser, A morte do Nada. Gosto muito da sua coluna.

Gleiser comenta o fim do Nada, um assunto que eu mesmo já abordei em Nada e Nada de novo. O Nada que o Gleiser aborda é o Nada “real“, ou o vácuo completo. Mas nada continua existindo em outras esferas de realidade, em pensamentos, conceitualmente. Até o fim.

Mas a grande questão é: Exite o fim? Porque o início todos dizem que foi o Big Bang, ou foi Deus quem fez. Mas e antes disso o que era? Nada? Ou realmente o início não existiu? Se não teve início não existe fim. Temos apenas conceito de início e fim, tudo e nada. Somos apenas um conceito? Existimos realmente? Física, Religião, Filosofia. Nada explica isso. Ou melhor: Nada explica isso!!!

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Acredite no conhecimento

Estou de volta da Califórnia. A viagem foi muito boa, gostei muito e me diverti bastante. Quem tiver oportunidade vale a pena conhecer, nossas praias são mais bonitas, mas o mar do Pacífico é mais azul. Nosso verde é mais intenso, mas os vales da Califórnias são enormes.

O título do post pode parecer mensagem do “alienígena” Bilú, mas não é. Esqueça o filtro solar e acredite no conhecimento é o primeiro curta-metragem da SUPER (Super Interessante) e traz 12 conselhos científicos para uma vida mais interessante.

Califórnia

“Garota, eu vou pra Califórnia
Viver a vida sobre as ondas…”

“O vento beija meus cabelos
As ondas lambem minhas pernas
O sol abraça o meu corpo
Meu coração canta feliz”

“Eu dou a volta, pulo o muro
Mergulho no escuro, salto de banda
Na Califórnia é diferente, irmão
É muito mais do que um sonho”

“E a vida passa lentamente
E a gente vai tão de repente
Tão de repente que não sente
Saudades do que já passou.”
Lulu Santos

TripIt

Estou falando demais de Android, até parece que estou fazendo propaganda. Mas adorei esse aplicativo do Android, o TripIt. Na verdade é um portal com várias dicas para sua viagem. No caso a minha viagem para a Califórnia.

“Garota eu vou prá Califórnia
Viver a vida sobre as ondas”
Lulu Santos

O que o TripIt faz? Organizar detalhes da viagem em um itinerário em linha – mesmo que os arranjos sejam contabilizados em outros sites de viagens; Incluir automaticamente mapas, rotas e tempo em seu itinerário mestre – isso eu adorei, eles utilizam o Google Maps, claro; Tem a opção de reservar restaurantes, entradas de teatro, atividades e muito mais direito do itinerário on-line; Acesso seguro aos planos de viagens online, a possibilidade de compartilhá-los, fazer check-in de vôos, ou imprimir um itinerário.

Fiz todo meu plano de viagem com data, hora e distâncias. Fis os trajetos que devo seguir entre os hoteis e os passeios, tudo com rota e caminhos bem explicados. Isso é muito maneiro.

Nada de novo

Outro dia eu falei sobre Nada, as várias facetas do nada, o vazio, o zero, o vácuo, o …

O nada é conceitual, ele existe mesmo? A física quântica deixa muita gente confusa quando afirma que é impossível existir o nada absoluto: o espaço vazio puro. A constatação de que o vácuo possui uma energia própria, porém, já foi provada experimentalmente, e só não percebemos isso no dia a dia porque essa energia é muito pequena. Para entende o quão pequeno é, a física quântica trata de dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos.

E é aí que vem a novidade interessante, uma dupla de teóricos brasileiros, porém, acaba de descobrir um modo de fazer com que a energia do vácuo aumente sem controle, num fenômeno de alta violência.

A ideia, descrita em um artigo de Daniel Vanzella e William Lima, do Instituto de Física de São Carlos, conquistou espaço na revista Physical Review Letters, uma das mais disputadas da área. No trabalho, a dupla descreve como retirou essa energia do vácuo quântico utilizando a gravidade.

Gravidade, eletromagnetismo, a força nuclear fraca, e a força forte, as quatro interações que cada fenômeno físico observado, desde uma colisão de galáxias até quarks agitando-se dentro de um próton.

E a gravidade é força de atração que os físicos consideram fraca. Por isso é que o trabalho dos brasileiros chamaram tanta atenção ao misturar o vácuo quântico com a gravidade.

O que eles fizeram foi aplicar as equações da energia do vácuo a um espaço onde a gravidade é fortíssima: uma estrela de nêutrons. É um tipo de astro extremamente compacto. Se uma estrela com duas vezes a massa do Sol fosse prensada até ficar com um centésimo de milésimo do tamanho, meros 25 km de diâmetro, ela seria uma estrela de nêutrons.

Por fim, mostraram que a gravidade perto de um objeto desses iria interagir com o vácuo de forma tão violenta que campos de energia extremamente fracos seriam amplificados exponencialmente. Uma vez com o resultado nas mãos, porém, os físicos se perguntaram que tipo de energia contida no vácuo poderia sofrer essa explosão.

Os físicos verificaram que o eletromagnetismo, o tipo de energia cuja forma mais conhecida é a luz, não seria afetado pela gravidade de uma estrela de nêutrons da forma brutal como os físicos previam.

Essa energia não serviria para iluminar cidades ou mover carros, mas pode ajudar a entender alguns dos pontos mais obscuros da física moderna, a energia escura. E entendê-la é o maior desafio da cosmologia, força que faz o Universo se expandir aceleradamente. Físicos não sabem dizer por que o Big Bang, a explosão que deu origem ao cosmo, não está desacelerando, o que seria de esperar – já que a gravidade das galáxias as atrai umas às outras. Já se postulou até a existência de tipos de campo de força desconhecidos para tentar explicar a energia escura, mas sem sucesso.

Ainda é muito especulativo ainda, mas se o efeito verificada realmente se manifestar no caso eletromagnético em contexto cosmológico, seria uma possível explicação para a energia escura. A teoria chegará a algum tipo de previsão que pode ser colocada sob teste em observações astrofísicas num futuro próximo.

Fonte: Folha.com

Pixels

Encontrei esse curta-metragem feito pela produtora One More Production, é bem divertido e ótimo para quem é gamemaníaco, hehehe. O curta mostra a cidade de Nova York sendo invadida por personagens de games antigos como o Pac-Man, que come estações de metrô. Space Invaders, atacando taxis, e Tetris, uma chuva de peças que se encaixa nos prédios da metrópole.